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Agosto | 2019

Páreo Corrido, por Paulo Gama
06/08/2019 - 09h55min

FESTIVAL ABCPCC RESGATA O TURFE DOS BONS TEMPOS

Foi bonito de ver o Festival da ABCPCC, em Cidade Jardim. A tarde chuvosa no Rio de Janeiro me fez trocar o frio e a chuva do prado carioca pela televisão para acompanhar o desfile de ótimos corredores no Hipódromo paulistano. O presidente da Associação Brasileira de Criadores e Proprietários de Cavalo de Corrida, Antônio Landim Meirelles Quintela, é um guerreiro e, acima de tudo um abnegado. Apaixonado pelo turfe conseguiu articular com a diretoria do Jockey Club de São Paulo uma bela festa. Tinha gente importante por lá. E a equipe de transmissão estava afiada, como sempre acontece. Jair Bala e Roberto Casella no comando de um time de alta qualidade. Homens de bem. Comunicadores de gabarito, que têm enfrentado com dignidade e profissionalismo tempos difíceis.

Os proprietários e criadores viveram aquela sensação de viajar no tempo. E, os dias de glória do turfe paulista foram revividos. Papai do céu ajudou e segurou a chuva. Na raia leve tivemos finais de provas emocionantes. Entrevistas com turfistas apaixonados. Longos abraços ao rever amigos. E todos embalados pela mesma paixão: o turfe. Confesso ter me arrependido de não ter ido. Mas tinham muitos cariocas por lá que representaram a nós todos. A torcida da gente é pela imediata recuperação do turfe bandeirante. Os cariocas adoram as corridas de São Paulo. E, tanto isso é verdade, que o simulcasting vendeu mais de R$ 270 mil. E o movimento das nossas corridas passou só um pouquinho de R$ 600 mil.

Nós cariocas, mesmo de longe, tivemos orgulho dos nossos profissionais, jóqueis e treinadores. Brigamos pau a pau por cada vitória importante. Perdemos algumas e ganhamos outras. A vida é assim. Estamos todos no mesmo barco. A gente daqui, da Cidade Maravilhosa, só fica forte se o nosso mais importante coirmão, da Terra da Garoa, também estiver forte. Aos poucos, os dirigentes já têm plena consciência disso. Foi bem bonito de ver. Paulistas e cariocas navegando juntos, em busca de águas límpidas e mais tranquilas. Em breve, as coisas voltarão ao seu devido lugar. O tempo é inexorável. Ele mesmo trata de cuidar de tudo, e de solucionar problemas. E, depois, ele cicatriza as feridas. 

PURO-SANGUE MELHOR APRESENTADO (SP)

A potranca Happy To Be Me, defensora do Haras Regina, ganhou com firmeza o Grande Prêmio Margarida Polak Lara, a Taça de Prata da ala feminina. Foi apresentada em estado atlético resplandecente por Roberto Solanês, um treinador sempre muito frequente nas provas de Grupo I. O veterano bridão, Waldomiro Blandi, a conduziu com absoluta confiança, produzindo percurso limpo, efetivo e impecável. A filha de Wild Event impressionou pela maturidade demonstrado em tão pouco tempo de competições, na verdade a terceira de sua campanha.

No prado carioca, o puro-sangue que mais chamou a atenção pela forma exuberante foi o castanho Dark Bobby, do Stud Stabile Quintella. Adélcio Menegolo, no auge de sua carreira profissional, trouxe o seu pensionista no último furo e, depois do galope de apresentação, não havia mais dúvida de quem seria o vencedor do quarto páreo da reunião noturna. Pouco trabalho para Carlos Lavor em seu dorso. Seria bem interessante para o público turfista um encontro entre ele e Wind Of Change, do Stud Pixote, num desafio, como nos bons tempos, para ver quem é de fato o melhor cavalo de areia do turfe carioca. Por que não?

JOQUEADA DA SEMANA (SP)

Wesley Silva Cardoso tem vivido bons momentos quando desembarca no Hipódromo de Cidade Jardim. No Grande Prêmio Matias Machiline, Copa ABCPCC Clássica, o jovem valor do turfe carioca deu direção impecável a Or Noir, o brilhante vencedor da prova. Apresentado em forma física invejável pelo vitorioso treinador Venâncio Nahid, profissional de alto gabarito, o filho de Soldier of Fortune atuou na expectativa, como de hábito, porém mais próximo dos ponteiros, provavelmente para evitar prejuízos antes de engrenar sua poderosa atropelada. Teve em Agassi, do Stud Verde, um grande adversário, mas o dominou sem contestação. Tanto Riso, do Stud São Francisco da Serra, e Leviatan, do Stud Eternamente Rio, completaram a quadrifeta carioca.

Na Gávea, com a raia castigada e encharcada pelas fortes chuvas, a pista de grama só foi utilizada na Prova Especial Santarém. E, na pista de areia pesada, o nível técnico dos páreos deixou bastante a desejar. Chamou a atenção o desempenho do líder da estatística, Leandro Henrique, no dorso de Etrange Obsession, de Marcus José Andrade da Cunha, e preparo sempre caprichado deste excelente treinador, Álvaro Castilho, o popular “ José Mourinho”. Com os seus puros-sangues alojados no prado carioca, ele sempre dá tremenda canseira nos colegas dos Centros de Treinamento. Leandro Henrique foi frio, calculista e prático para se recuperar da má largada de sua pilotada, e aproveitar o ritmo alucinante das rivais que corriam na frente. Na reta reinou absoluto até o disco.

PERSONAGENS (SP)

O destacado desempenho dos representantes cariocas nas provas clássicas do Festival da ABCPCC faz por merecer elogios a todas as apresentações dos treinadores do Rio de Janeiro. Venâncio Nahid carimbou o triunfo de Or Noir na prova central, o GP Matias Machiline. Luís Esteves obteve no mesmo páreo o segundo lugar com Agassi e o quarto, com Leviatan. Além disso, na Taça de Prata das potrancas conquistou a segunda posição com Mais Que Bonita e o terceiro com Hacienda. Ronaldo Marins Lima conquistou com a tordilha Happy Bryan, a prova de velocidade, GP Mário Belmonte Moglia. E Roberto Solanês, além de vencer a Taça de Prata, com Happy To Be Me, obteve outro triunfo clássico com Quiron, no GP General do Couto Magalhães, o segundo lugar com Black Cello, na prova de velocidade, e o segundo lugar com Olympic Jolteon, na Taça de Prata dos machos, o GP João Adhemar de Almeida Prado.

Na Gávea o maior protagonista deste início de temporada é Júlio Cesar Sampaio. Além de manter a liderança da estatística, com triunfos e mais triunfos, ele conseguiu vencer a Prova Especial Santarém, em 2.500 metros, em pista encharcada, com Deep Dream, do Oitavo Stud/Haras Princesa do Sul. Aos sete anos, o experiente corredor teve conquista clássica que não deve ser subestimada, pois derrotou rivais mais novos e em fase de evolução. Boa direção de Leandro Henrique e apresentação de luxo do popular “Alemão”.



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