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Maio | 2019

Há 25 anos, deu Much Better, no mais doloroso GP São Paulo
02/05/2019 - 09h21min



No dia 1º de maio de 1994, portanto, há 25 anos, o Brasil perdia, logo pela manhã, Ayrton Senna, um dos maiores ícones do esporte mundial de todos os tempos. Ainda sinto um tremendo vazio no peito até hoje e lembro de cada minuto anterior aquela inexorável tristeza e frustração de todo o povo brasileiro. Eu estava em São Paulo, junto com o staff do Stud TNT, para assistir o Grande Prêmio São Paulo, com a presença do craque absoluto da coudelaria, Much Better. Fiquei hospedado num quarto triplo, com três aposentos, ao lado dos meus dois maiores amigos no turfe, Jorge Ricardo, e o saudoso treinador, João Luiz Maciel. Na verdade, eu era um apenas coadjuvante, das duas maiores estrelas do turfe brasileiro naquela época.

Ricardinho tinha 32 anos e dominava estatísticas, batia recordes e conquistava todas as provas importantes do calendário clássico, depois que o Stud TNT formou a parceria entre ele e João Maciel. Nos três tínhamos um traço em comum, a idolatria absoluta por Ayrton Senna. Maciel era o mais fanático pelo piloto e chegou ao ponto de colocar a música “Tan, Tan, Tan...”, da TV Globo, na sua Ferrari, e ela tocava toda vez que ele abria a porta para entrar no carro. Fui o primeiro a acordar. Acostumado a levantar de madrugada, para marcar os aprontos no prado carioca para o Jornal do Brasil, nunca conseguia passar das 6h na cama. Ricardinho e Maciel aproveitaram para colocar o sono em dia e me pediram para acordá-los as 8h, para tomar o café da manhã do hotel e depois ver a corrida.

Quando Ayrton Senna bateu no muro com a sua Willians ficamos em estado de choque. Estávamos longe de ser especialistas em Fórmula 1. Apenas fazíamos parte da imensa legião de admiradores vaidosos com as façanhas do piloto. Mas a ligação de Gonçalo Torrealba, titular da coudelaria, e ex-piloto de outras categorias de corrida, nos deixou desiludidos, quase sem esperança. “Pessoal, não podemos perder o foco, afinal temos uma corrida para ganhar hoje à tarde, em Cidade Jardim. Sei o quanto vocês gostam do Ayrton. Mas, vejo poucas possibilidades de ele resistir pelo tipo de atendimento realizado na pista e o comportamento do pessoal a sua volta. Vocês precisam se preparar para o pior”, nos alertou.

O turfe paulista ainda vivia tempos áureos. Quatro reuniões semanais. População de equinos expressiva e algumas fardas consagradas que nos dias de hoje, lamentavelmente, estão ausentes das pistas. A cada páreo disputado havia mais gente formando uma roda em volta dos monitores de televisão para saber notícias do Ayrton Senna do que nos guichês de apostas, ou de olho no cânter de apresentação. Todos tinham aquela esperança de ouvir boas notícias. De escutar alguma palavra de esperança ou alento. Como seriam as nossas futuras manhãs de domingo sem o Ayrton? Much Better ganhou o Grande Prêmio São Paulo. Era o segundo capítulo de um ano glorioso, em que ele já havia conquistado o Latino-Americano, em La Plata, no mês de março, e viria a vencer o Grande Prêmio Brasil, em agosto, e o Grande Prêmio Carlos Pellegrini, em dezembro. Mas aquele dia foi muito triste. Jorge Ricardo e João Maciel quase não comemoram. O público foi as lágrimas, quando a pior notícia se confirmou no final da tarde. Estávamos órfãos do ídolo maior. E os nossos domingos jamais seriam os mesmos. E, até hoje, com certeza, eles não são. 

por Paulo Gama



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