Mais uma vez se manteve a rotina do turfe carioca, no que se refere ao Movimento geral de Apostas (MGA). A noturna de segunda–feira na Gávea, com nove páreos, faturou R$ 815.817,51, ou seja, foi a única a ultrapassar a casa dos R$ 800 mil. No domingo, também com o mesmo número de provas, o MGA alcançou R$ 780.353,63. Entretanto, a terça–feira, com apenas oito páreos, chegou bem perto disso, com R$ 767.644,76. Se levarmos em conta a qualidade dos dois programas e a diferença de uma carreira a menos, pode–se dizer que, proporcionalmente, a terça–feira rendeu bem mais. No sábado, mais uma vez houve fracasso nas apostas, com apenas R$ 606.265,64.
A soma dos Movimentos Gerais de Apostas das quatro reuniões realizadas no Hipódromo da Gávea totalizou R$ 2.970.081,54. Ou seja, bem próximo dos R$ 3 milhões. Se dividirmos o total faturado pelo Jockey Club Brasileiro nos quatro dias de corridas, pelos 34 páreos disputados, teremos a média de R$ 87.355,33, por cada prova. É curioso observar que a média de apostas de sábado, por páreo, se mantém distante das demais. Num MGA de R$ 606 mil, dividido por 8 provas, se encontra média de faturamento pouco acima de R$ 75 mil, por cada uma delas.
Entretanto, nos outros dias da semana, esta média foi bem parecida nas quatro programações. No domingo, com MGA de R$ 780 mil e nove provas, a média foi de pouco mais de R$ 86 mil, por cada páreo corrido. Na segunda, num MGA de R$ 815 mil, com nove páreos, a quantia faturada em média, por cada prova, é de R$ 90 mil. E na terça–feira, aconteceu a grande surpresa, a melhor média de faturamento por páreo disputado. No Movimento Geral de Apostas de R$ 767 mil, dividido por 8 páreos, ocorreu uma média por carreira de quase R$ 96 mil. Pasmem, a maior da semana, proporcionalmente. Vamos seguir observando estas tendências.
por Paulo Gama