Gávea se despede de 2.018 com programa apenas regular 27/12/2018 - 09h02min
A exemplo do que aconteceu em 2.017, a Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro só conseguiu formar um programa no encerramento do ano, no próximo domingo à tarde, na Gávea. Na verdade, o mesmo também ocorreu no Natal do ano passado, com duas reuniões. Ou seja, se for levado em conta este aspecto, não tivemos progresso por aqui. É claro que a diminuição gradativa do número de produtos nascidos nos campos de criação do país é impactante. E, por consequência disso, a redução do rebanho de equinos nacional se transforma num fator determinante para este fato. A predominância de produtos com filiação voltada para a raia de grama causa este problema toda vez que a grama do prado carioca não pode ser utilizada.
A suspensões de alguns dos principais jóqueis em atividade no Rio de Janeiro também reflete diretamente no pouco interesse dos turfistas na reunião do próximo domingo. É como se fosse um clássico do futebol brasileiro com times reservas ou alternativos. Tipo um Palmeiras e Corinthians, ou um Fla–Flu, sem os seus melhores jogadores. Já passou do tempo de transformar as punições por delitos de raia em multas. Dói direto no bolso do infrator. E ele pensará duas vezes em correr de maneira suja. E a punição no contracheque fere a quem de direito. E não os proprietários e turfistas que não prejudicaram ninguém nas pistas.
por Paulo Gama |