O segundo clássico da jornada do XXVIII Grande Prêmio Edisio Pereira, tem um favorito destacado. Ele se chama Energia Imagine, um macho castanho, 4 anos, filho de excelente Agnes Goldo e For Love, e de propriedade do Stud Parente de Sobral, que vem marcando presença em todo território nacional. Ele vai para os 1.700 metros com a condução de Z.M.Rosa, e o preparo de J.R.Cifuentes, já que o treinador A.C.Rocha voltou para Sobral logo após a disputa do Grande Prêmio Manoel Medeiros, onde Energia Imagine, era favorito absoluto e foi surpreendido por Little Manduro.
Mesmo sendo favorito em todas as rodas de conversas, há quem diga que esse páreo pode ter surpresa assim como aconteceu no Manoel Medeiros. Quem esperava Little Manduro fazer um corridão?
Bem, sendo assim, cabe ao apostador mais atento ficar de olho nos bastidores, acompanhar os últimos galopes e os últimos aprontos incluindo uma visitinha no horário da tarde para ver os passeios dos demais competidores. Mas uma pergunta fica no ar. Quem poderá derrotar o franco favorito Energia Imagine?
Pode ser Regal Ares? Sim, pode ser! Esse é valente e na reta final briga com todas as forças. Se der chance ele chega e não será surpresa para os seus responsáveis que acreditam no seu potencial.
E Fernando, tem chances? 100%, nas duas últimas apresentações deixou muito a desejar, mas pra quem conhece a força e a raça do tordilho, sabe que ele não é de se acovardar. Basta ter melhorado um pouco para chegar na briga e quem sabe disputando mano a mano a vitória nesses 1.700 metros o que faltou no dia 21 de outubro. Lembram?!
Easy To Love fez uma estreia que não foi lá essas coisas. Foi terceiro para Regal Ares, e Cavalo Marinho. Na verdade a quem diga que não foi bem corrido e que agora deverá render bem mais.
Cavalo Marinho tem chance? Talvez sim, mas vai ter que correr muito e mudar sua estratégia de corrida. Ir atrás do favorito que gosta de correr na frente, parece que não é uma boa ideia, mas como ele vai com a montaria de Alan Maciel, é aguardar pra ver, mas de todo jeito, olho no cânter!
por Francisco Mendonça