Para nós, turfistas sul–americanos, ter acesso às premiações e ao poderoso mercado norte–americano sempre foi um sonho distante e quase impossível.
Contam–se nos dedos os criadores e proprietários sul–americanos que já tiveram animais correndo ou mesmo vendidos nos USA, de modo que a possibilidade de integrar cavalos latino–americanos com o gigantesco mercado americano é, há décadas, a meta mais desejada para os turfistas desta parte do continente.
Pois a partir deste ano, este objetivo estará mais perto de se tornar uma grande realidade. Depois do estrondoso sucesso da “Pegasus World Cup” – a corrida de cavalos mais cara do mundo – o Grupo Stronach irá promover dia 09 de Dezembro, no hipódromo de Gulfstream Park, em Miami, o Caribbean Classic.
O Caribbean Classic, ou “Clasico del Caribe”, vem sendo disputado desde 1966, reunindo os melhores potros de 08 países da região (Panamá, Venezuela, México, Porto Rico, Colômbia, Republica Dominicana, Trinidad y Tobago e Jamaica), mas esta será a 1ª vez que a tradicional corrida será disputada fora dos países–membros, e, neste caso, num campo neutro, o estupendo Gulfstream Park, maior e mais prestigioso hipódromo da Flórida, inaugurado em 1939 e um dos “grandes” dos USA: já foi palco de nada menos que 3 edições da Breeders´ Cup.
Gulfstream foi totalmente renovado em 2006, a um custo de quase 180 milhões de dólares, e é considerado um dos melhores hipódromos americanos.
No dia 09 de Dezembro (um sábado) serão disputadas um total de 05 provas clássicas, com mais de US$ 500,000 dólares em prêmios, incluindo o grande destaque, o Caribbean Classic, reservado à potros, em 1800 metros na areia, e que terá bolsa de US$ 300,000.
A iniciativa de reunir animais de vários países nos USA bem que poderia ser vista como um primeiro passo rumo à inclusão de todas as Américas num projeto mais amplo, quem sabe um dia criando um evento que possa reunir os melhores cavalos de todo o continente americano num encontro histórico no mais competitivo turfe do planeta. E por que não? O principal entrave para isso são as quarentenas, mas, como se vê periodicamente em Olimpíadas, em torneios internacionais e mesmo agora na Caribbean Classic, quando se tem um pouco de boa–vontade e bom senso, estes não são obstáculos impeditivos...
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Divulgação: TBS