Cadastre-se e receba novidades:

Nome


E-mail

Kurdish – Stud Capitão

Final Road – Haras do Morro

Acteon Gaúcho – Stud Hulk

Quarteto de Cordas – Haras do Morro

Ombak Bagusse – Haras Clark Leite

Escasa – Haras do Morro

Roi Plantegenêt – Stud Nunes de Miranda

Isola Di Fiori – Haras do Morro

Dracarys – Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Lookforthestars – Haras do Morro

Agassi – Stud Verde

Verso e Prosa – Stud Ilse

Last Hope – Coudelaria Jessica

Ghoul – Stud Verde

Famous Italian – Stud Palura

Risada Gaucha – Coudelaria Pelotense

Violino Solo – Haras do Morro

Gone Hollywood – Stud Verde

Palpite – Haras Clark Leite

Original Sin – Stud Gold Black

Jade Runner – Stud Palura

Obscene – Stud Gold Black

Candieiro – Stud Gold Black

Madame Renata – Stud Palura

Gaelic Princess – Coudelaria Atafona

Rio Plantagenêt – Stud Nunes de Miranda

Gotenks – Stud Gold Black

Energia Icon – Stud Snob

Casual Elegance – Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Duvida – Ronaldo Cramer Moraes Veiga








Outubro | 2017

Entrevista com jóquei brasileiro C.Henrique
11/10/2017 - 01h04min

Arquivo Pessoal

O entrevistado de hoje é o jóquei Carlos Henrique Rodrigues da Silva Filho, de 24 anos, atualmente radicado na Alemanha. Na época em que o profissional nasceu, seu pai trabalhava para o Haras das Estrelas, localizado em Cordeiro, na região serrana do Rio de Janeiro. Mas quando ele completou 4 anos de idade, a família veio morar em definitivo no Hipódromo da Gávea. C.Henrique é filho do popular "Henrique", competente enfermeiro do Hospital Octavio Dupont, e irmão do piloto Fausto Henrique, que hoje monta na Noruega. O jovem conversou conosco e respondeu com detalhes cada uma de nossas perguntas.

1. Quando e como começou no turfe carioca?

Ao completar 16 anos entrei para a EPT, em oito meses fui liberado para a raia e dois meses depois estreei montando uma égua do Palura treinada por A.Mota. Tive bons êxitos, fui o 3° na estatística da EPT. Era o principal jóquei do treinador Lucas Eller, ganhamos inúmeras corridas, lindas e marcantes para ambos.

2. Como surgiu a primeira oportunidade para você trabalhar em outro país?

Em novembro de 2009, quando eu ainda era aprendiz de 2°categoria, chegou a então gerente de turfe Mayra Frederico, uma proposta para um jóquei levemontar na Índia, na temporada de inverno 2009/2010. Pedi a comissão que adiantasse a minha mudança para jóquei e fui para a Índia. Tive outras quatro passagens por lá, onde trabalhei muito e consegui importantes vitórias. Minhas provas de grupo internacionais foram conquistadas lá (dois G1 para potros e um G3). Aproveito a oportunidade para agradecer a Mayra, sem ela minha carreira internacional não teria sido possível.

3. Quais outros lugares que você teve oportunidade de conhecer exercendo a sua profissão?

Há um ano estou radicado na Alemanha, onde já montei em todos os grandes hipódromos: Berlin, Hoppegarten, Hamburg , Hannover (onde moro atualmente), Desdren, Leipzig, Bremen, Dortmund, Dusseldorf, Koln e Baden Baden, Bad Harzburg e Bad Doberan. Montei também no hipódromo de Vittel na França, onde conquistei um quarto lugar. Nenhuma pista tem similaridade, umas tem subida, outras decida, em algumas na reta procura-se a grade de fora... Uma corre no sentido horário, outra em sentido anti-horário... O mesmo páreo corrido em outro hipódromo nunca é igual.

4. Como é especificamente o seu trabalho lá fora? Quais são suas obrigações?

Os jóqueis na Europa escovam, trotam, galopam, caminham, escovam novamente e depois guardam o animal. No final dos trabalhos precisamos ajudar nas tarefas da cocheira. É nessa ordem o trabalho do dia a dia, não da para ter preguiça.

5. Em alguns dos lugares onde você passou teve a companhia de outros brasileiros?

Minha ida para Alemanha só foi possível graças a um piloto brasileiro, o Francisco Franco da Silva (F.Franco). Foi ele quem me proporcionou a chance de poder montar na Europa, agarrei com todas as forças! Franco montou comigo na Índia, aonde eu o conheci e ficamos amigos desde então. Ele casou na Irlanda, teve duas filhas lindas e hoje está “arrebentando” da Coréia do Sul.

6. Qual seria a maior diferença entre o turfe nacional e internacional?

As maiores diferenças para mim são algumas regras do código de corrida da Europa, como se manter na sua linha durante todo o percurso, a possibilidade de passar até 1,5kg do equipamento (no inverno) e o uso limitado do chicote (5 chicotadas). Na Alemanha e em outros países tem outras regras específicas relacionadas a o uso do chicote.

7. Quais são seus sonhos e metas?

Meu objetivo é continuar me lapidando como profissional e poder estar no nível dos jóqueis europeus , competindo de igual para igual.

8. Você pretende voltar ao Brasil para trabalhar?

Eu pretendo voltar ao Brasil como um profissional qualificado, que acrescente e ajude o nosso turfe a ficar mais forte. Seja como um jóquei experiente, treinador ou para trabalhar em alguma área administrativa da instituição.

O site Raia Leve agradece ao jovem Carlos Henrique pela sua disponibilidade e gentileza em nos ceder esta entrevista, e deseja a ele muito sucesso e vitórias em sua carreira internacional.

Por Maria Teresa Morgado - Fotos: Arquivo Pessoal



<< Anterior Próxima >>










12.886

12.844















Coudelaria Atafona

Coudelaria FBL

Coudelaria Intimate Friends

Coudelaria Jessica

Coudelaria Pelotense

Haras Clark Leite

Haras Iposeiras

Haras Depigua

Haras do Morro

Haras Old Friends

Haras Planície

Haras Vale do Stucky

Jorge Olympio
Teixeira dos Santos

Ronaldo Cramer
Moraes Veiga

Stud 13 de Recife

Stud Brocoió

Stud Cajuli

Stud Capitão

Stud Cariri do Recife

Stud Elle Et Moi

Stud Everest

Stud Gold Black

Stud Hulk

Stud Ilse

Stud La Nave Va

Stud Palura

Stud Quando Será?

Stud Recanto do Derby

Stud Rotterdam

Stud Spumao

Stud Terceira Margem

Stud Turfe

Stud Verde

Stud Wall Street

  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês