Caro Dannemann.
Estou respondendo a sua estimada “Carta Aberta” de 29/03/2017, a mim dirigida, publicada no site “Raia Leve” da mesma data.
No item “Austeridade”, a carta que enviei aos sócios em fevereiro/2017 aborda todas as colocações feitas por você, evidenciando que os compromissos de campanha estão sendo implementados.
Quanto a “transparência”, não entendo recomendável disponibilizar o livro Razão do JCB, embora qualquer dúvida que possa existir será sempre devidamente esclarecida pelo setor competente.
No tocante aos objetos do clube, transcrevo trecho da carta aos sócios em fevereiro de 2017, que diz:
“O acervo dos bens que integravam os diversos andares da Sede do Centro consta de bem elaborado trabalho intitulado “Acervo de Cultura Material” concluído em setembro de 2013”.
Foi feita referência em outro momento ao desaparecimento de um piano e outros objetos, cumprindo esclarecer que o piano foi vendido de forma absolutamente regular, mediante recibo, com a alienação previamente autorizada pelo Presidente e três Vice–Presidentes à época.
Quanto aos demais objetos, a atual administração determinou levantamento de todos os itens que guarnecem o acervo do JCB, estando devidamente catalogados e numerados, em perfeita ordem, tendo sido constatada apenas a falta de três objetos, sem nenhum valor.
A placa que V. adquiriu em antiquário em Santa Tereza, referida em outra carta ao “raia leve”, estava localizada fora das dependências do JCB, no lado externo do muro da rua Mario Ribeiro, sendo de identificação muito difícil a autoria do furto.
Por ora, a informação que conseguimos obter é que a placa foi adquirida em uma feira de antiguidades que acontece aos sábados na Praça XV de Novembro.
Estou, como sempre estive, às suas ordens para conversarmos sobre o nosso clube.
Cordial Abraço.
Luiz Alfredo A. d´E. Taunay