O turfe pede socorro 29/03/2017 - 11h13min
O número oficial que vamos citar prova da forma mais clara possível a decadência do turfe e do P.S.I. no Brasil com a perda de milhares de empregos e a conseqüência com a perda de renda dos trabalhadores.
Dez anos atrás 3.000 produtores eram registrados por ano em 2016 foram 1.800 e em 2017 1.500, isto é uma queda de 50%. Alguém, ainda, tem alguma duvida do futuro nós reserva!
Os governos com impostos e taxas absurdas e irracionais ditam o rumo desastroso da atividade, o Ministro da Agricultura não tem a menor noção de cavalos e turfe dependem de sua regulamentação. O Governo Federal, cobra imposto de renda de uma atividade que o simples custo do trato e treinamento é 50% maior que os prêmios distribuídos isto sem contar a criação e venda dos animais que movimentam a economia. Pagamos imposto de renda sobre prejuízo e o que fazem nossos dirigentes e a própria A.B.C.C.C.
Será que os deputados e senadores dos estados que ainda existe o turfe não podem fazer nada? O IPTU escorchante cobrado do J.C.S.P. várias vezes superior ao cobrado dos clubes da elite levaram a situação pré–falimentar que se encontra hoje o J.C.S.P.
A vaquejada acaba de dar um exemplo. Foi estupidamente proibida. Todos os envolvidos se movimentaram e em apenas 90 dias tornaram a atividade legal e reconhecida nacionalmente. O turfe há 140 anos dorme em berço esplendido.
Hugo Nieri |