Sexta–feira sem corridas na Gávea 03/02/2017 - 10h02min
O turfista carioca vivencia hoje um fato raro, desde que Luiz Alfredo Taunay assumiu a presidência do Jockey Club Brasileiro. Não haverá corridas. Com a extinção dos famigerados handicaps chilenos e o retorno da chamada tradicional, por idade, sexo e número de vitórias, isto nunca mais tinha ocorrido. Não se deve levar em conta, evidentemente, o período das festas natalinas, em que além do fechamento da raia de grama, as férias do final de ano, o calor e as comemorações causaram grande impacto na formação dos páreos. A uma semana do início na tríplice–coroa, entretanto, causou surpresa a fraqueza dos programas e o número significativo de páreos reabertos.
É claro que o período de dois meses de temperaturas elevadas é um dos responsáveis. Porém a baixa qualidade da chamada dos páreos, com certeza, também influenciou. Alguns especialistas no assunto, entre eles, o turfman, Luiz Alberto Rodrigues de Souza, e os treinadores Leo Cury e José Luiz Pedrosa Júnior, exímios conhecedores do tema, poderiam prestar eficiente ajuda a hadicapeur, Vicente Brito e ao presidente da Associação de Profissionais de Turfe do Rio de Janeiro, Jaime Moniz Aragão. Os profissionais citados trabalharam com eficiência e sucesso em gestões passadas e poderiam contribuir mais uma vez.
por Paulo Gama |