Desde o seu primeiro ano de realização, em 1981, no Hipódromo de Maroñas, no Uruguai, com a vitória do turfe brasileiro através de Dark Brown, do Haras Rosa do Sul, treinamento de Abadio Cabrera e condução de Antônio Bolino, o Clássico Associação Latino–americana de Jockeys Clubs soma nove vitórias de cavalos brasileiros. As conquistas posteriores do turfe nacional aconteceram através de Duplex(1982), Derek(1983), Old Master(1985), Falcon Jet(1991), Much Better(1994), Much Better(1996), Jinwaki(1998) e Hot Six(2.009). Much Better é o único puro–sangue a vencer duas edições da história da prova. E Jorge Ricardo, entre os jóqueis, aparece como o maior ganhador com cinco triunfos.
Ricardinho ganhou pela primeira vez com Falcon Jet, do Haras Santa Ana do Rio Grande, em 1991, no Hipódromo de Cidade Jardim. Posteriormente voltou a vencer com o craque Much Better, do Stud TNT, por duas vezes. Em 1994, em La Plata, na Argentina, e em 1996, no Hipódromo da Gávea. Em 1998 conduziu Jinwaki, do Haras Equilia ao triunfo em San Isidro, e já radicado no turfe argentino, em 2.007, no dorso de Good Report, do Haras Santa Tereza, marcou o único ponto do turfe uruguaio na história da prova, mais uma vez no Hipódromo de La Plata. Edwin Talaverano, jóquei peruano, e com três vitórias, vem depois do ídolo brasileiro. O saudoso João Luiz Maciel, falecido em 1996, ainda lidera entre os treinadores com três triunfos com Falcon Jet e duas vezes com Much Better.
RANKING DOS PAÍSES
O Brasil está empatado com o Peru, nove triunfos, entre os países com maior número de vitórias no Latino–americano. Os ganhadores do Peru foram: Lutz(1986), Galeno(1987), Stash(1993), Madame Equis(1999), Comando Íntimo(2.004), Deepak(2.008), Bradoc(2.011), Lideris(2.014) e Liberal(2.015). Os chilenos ganharam oito vezes através de: High Master(1984), Dórticos(1988), Edipo Rey(1990), Patio de Naranjos(1995), Prepo(1997), Belle Watling(2.010), Quick Casablanca(2.012) e Sabor A Triunfo(2.013). Os argentinos só levaram a melhor em quatro oportunidades com Savage Toss(1989), Potrillon(1992), Incauto(2.005) e Latency(2.006). Aos uruguaios, que não participam da edição da prova este ano no Rio de janeiro, só existe o triunfo solitário de Good Report, com Ricardinho, em 2.007.
por Paulo Gama