Enquanto para as obras eleitoreiras (asfalto na vila hípica, piscina semi–olímpica, pista de skate, etc) não faltam disposição e interesse da administração Carlos Palermo para a contratação, as vilas hípicas convivem com pulgas, baratas, moscas, ratos e imundice, muita imundice.
As camas usadas pelos cavalos, armazenadas em sacos de lixo, se amontoam há dias pelas calçadas das vilas hípicas, e nesta hora, não aparece nenhum diretor, muito menos o presidente, que tem passado os finais de semana em plena campanha eleitoral à caça de votos no clube esportivo.
Nenhuma providência efetiva é tomada para a remoção das camas usadas.
Segundo informações, aguardam que caminhoneiros dispostos a retirar de graça a serragem com o estrume dos cavalos para venderem em algum sitio de venda de plantas. Há também algumas empresas cadastradas e autorizadas a retirar as camas usadas, entretanto como o serviço é de graça, ninguém aparece e as camas vão se amontoando.
Quando chove, a água se acumula entre os sacos, criando um ambiente mais que propício ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue e da Zica, entre outras doenças, colocando em risco toda a comunidade turfística que mora e/ou frequenta às vilas hípicas.
Como não ninguém aparece, as camas velhas vão se amontoando, as pulgas proliferando, baratas se reproduzindo e ratos circulando.
Aliás, ratos é o que não tem faltado no Jockey, de dia e de noite.

Da Redação
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