Informações seguras obtidas junto à Diretoria do JCB dão conta de que a CODERE já foi notificada pelo clube de que o contrato em vigor, cujo vencimento ocorrerá em fevereiro de 2016, não será renovado pelo clube.
O contrato para exploração do simulcasting internacional, que tantas críticas recebeu de importantes líderes do turfe carioca, tanto pela canibalização das apostas locais, como pelo caráter tido como irregular da contabilização no JCB da fatia que cabe ao clube sobre o MGA informado pela empresa espanhola, enfim, aproxima–se do seu término.
É sabido que membros da atual Diretoria, quando ainda faziam oposição ao ex–Presidente Luís Eduardo, moveram diferentes ações judiciais que tinham por objetivo suspender o referido contrato. Natural, então, que estando no poder rescindissem o contrato tão breve quanto possível, o que não aconteceu, pois a CODERE em fevereiro de 2016 completará os 10 anos de exploração do simulcasting internacional estabelecidos no contrato com o JCB. Ao menos agora, se reconhece o erro cometido com a denúncia do contrato antes mesmo do prazo limite que o clube tinha para fazê–lo, que vence em agosto próximo.
Lamentável que, decorridos mais de nove anos com o contrato em vigor, NENHUM dos três presidentes do JCB que conviveram com a CODERE tivessem, por um dia que fosse, auditado o MGA informado pela CODERE, sobre o qual o JCB tem direito a 3 %.
Diretoria ACPCPSI