No dia 26 de janeiro do corrente ano em correspondência enviada ao Dr. José Basano Neto (titular do Haras Basano) o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), através do ofício: SESAG/DPDAG/SFA–SP – 001/2015, analisando os Relatórios Mensais de Apuração do Movimento Geral de Apostas enviado pelo Jockey Club de São Paulo referente ao período de janeiro a outubro de 2014 (ainda não se sabe o histórico anterior) vem atestar que a entidade não efetuou o pagamento devido aos criadores de cavalo de corrida vencedores dos páreos no “Simulcasting Nacional”, conforme determina a legislação vigente.
O Ofício assinado pela Dra Fabiana Maldonado, fiscal federal agopecuária, ainda dá ciência ao referido criador sobre a imediata lavratura de um Auto de Infração e consequente abertura de Processo Administrativo visando punir a irregularidade.
O que mais nos estarrece diante deste triste episódio, já que atos desta natureza já se tornaram praxe da atual administração do clube paulista, é o fato da Associação Brasileira dos Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida, instituição que deveria proteger o direito dos criadores, não ter tomado qualquer providência e tampouco se pronunciado diante de tão grave ataque aos interesses da classe criadora.
Tal atitude só pode ser interpretada como sendo um ato de irresponsável corporativismo e inadmissível proteção familiar já que o Presidente da ABCPCC, além de parente do Presidente do JCSP, é pai do atual Vice–Presidente financeiro, tornando–se cúmplice direto por mais este CALOTE imposto ao Turfe brasileiro.
Diante de tão grave episódio, com repercussões danosas à nível nacional, o mínimo que os criadores do PSI podem esperar do atual Presidente da ABCPCC, Dr. Sergio Coutinho Nogueira, em função de flagrante impedimento, é que o mesmo renuncie ao cargo que ocupa dando lugar a um dirigente que possa trabalhar em prol dos verdadeiros interesses da criação nacional que vive hoje o pior momento em toda a sua história.

Diretoria ACPCPSI