Desde que o Jockey Club Brasileiro decidiu retornar com o segundo Pick3 no seu plano de apostas, estabeleceu algumas alterações. Outrora, houve até três Picks3 durante cada programação: o primeiro incluía, obrigatoriamente, o 1º e o 2º páreo; o segundo tinha como páreos obrigatórios o 4º e o 5º, e o Pick3 final previa os dois últimos páreos como obrigatórios. Simples e fácil para qualquer turfista guardar e, no momento que julgasse adequado, fazer suas apostas.
Ao voltar com o segundo Pick3, a ideia inicial dos dirigentes do JCB era de deixar os páreos obrigatórios flutuantes em cada programação, ou seja, divulgados dia a dia. Sem dúvida, facilita para quem vai formar o programa, pois teria mais tempo de avaliar os graus de dificuldade de cada páreo e fazer as escolhas com mais tranquilidade, e dá flexibilidade para que os tais páreos obrigatórios não sejam coincidentes com os de abertura de outras acumuladas especiais.
No entanto, em boa hora a Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro percebeu que tal flutuação dos páreos acaba por confundir a cabeça dos apostadores e atrapalhava o próprio movimento de apostas. Então, logo foram fixados o 5º e o 7º páreo de cada reunião como páreos obrigatórios do segundo Pick3.
Assim, ficou mais fácil para o apostador guardar os páreos obrigatórios do segundo Pick3, modalidade que é a preferida da maioria dos apostadores, principalmente pela polpuda bonificação de 100% que concede. Há três semanas, os páreos obrigatórios do segundo Pick3 são o 5º e o 7º.
Provavelmente, para não haver coincidência entre os páreos do segundo Pick3 e a abertura do Betting5 ou do Super Betting (em programas com nove ou com 11 páreos), poderá acontecer uma alteração dos páreos obrigatórios do Pick3. De qualquer maneira, é muito mais fácil – para o apostador – assimilar uma eventual troca dos páreos obrigatórios do segundo Pick3 do que ficar, a cada reunião, procurando quais serão os páreos obrigatórios.
da Redação