Treinadora desde 1999, depois de ter começado no turfe como veterinária, a mineira Cristina Resende, 27ª colocada na estatística da atual temporada, com 23 vitórias em 192 inscrições, revela que seu Grande Prêmio Brasil inesquecível ocorreu muito mais em virtude de uma vitória na milha internacional do que propriamente pelo Grande Prêmio Brasil em si:
“Meu Grande Prêmio Brasil inesquecível foi o do ano 2000, quando venceu Straight Flush. Não tanto pela vitória de Straight Flash, mas pela vitória de Jarrinho, do Stud Brincadeira, na milha internacional do Grande Prêmio Presidente da República. Além de ser treinado por minha irmã, eu era a veterinária do cavalo e isso ficou inesquecível. Até hoje, não sei explicar a emoção que senti, mas foi algo muito especial”, relembra, com saudade.
Cristina agradece o apoio que vem recebendo durante sua trajetória, revela os melhores cavalos que viu correr, o treinador que a socorre em suas dúvidas e diz para quem vai torcer no próximo domingo:
“Sou muito grata ao Dr. Luís Macedo, ao Dr, Cesar Gonçalves e àqueles que prestigiam minha carreira, como o Dr. André Luiz Dumortout de Mendonça, Dr. Walter Ventura, Dr. Valmir e a todos para quem tive prazer de trabalhar. Quanto aos melhores cavalos que vi correr, posso citar Super Power, Virginie e, no momento, Bal a Bali, que vem dando show na pista. Respeito o trabalho de todos os treinadores, mas comecei a treinar observando o treinador Leopoldo Cury e sempre que preciso de algum conselho é a ele que recorro. Fico satisfeita quando vejo meu trabalho reconhecido e gosto de dividir as vitórias com minha equipe. Impossígvel deixar de agradecer o Jorge Pinto, ao segundo gerente Francisco Celinho e a todos os cavalariços, sem os quais não se chega a lugar algum. Este ano, vou torcer para Bal a Bali, que considero o melhor cavalo em atividade no turfe nacional”, analisou a treinadora Cristina Resende.
por Leandro Mancuso