Em função das notícias veiculadas sobre sua saída da Comissão de Corridas do JCSP, Rodrigo Schulze, titular (junto com seu pai, Ronald Schuze) do tradicional Haras Truc, no Paraná, concedeu breve entrevista ao Raia Leve, na qual confirma e informa, que logo após a renúncia de Mario Rangel, presidente da Comissão de Turfe do JCSP – decorrente de interferências do presidente e também do superintendente Horácio, nas decisões da Comissão de Turfe –, “houve grande descontentamento e desconforto por parte dos integrantes da Comissão de Turfe”, segundo suas palavras.
O próprio Rodrigo Schulze, em conversa com Mário Rangel, disse que estava propenso a renunciar face os desagradáveis acontecimentos ocorridos, e que pensou em renunciar, mas que jamais o faria, sem antes ter uma conversa definitiva com o presidente Eduardo Rocha Azevedo, pois foi a pedido deste que estava integrando a Comissão de Turfe. Nesse interim, pelo amplo descontentamento e renúncia de diversos integrantes da Comissão de Turfe, foi divulgado, erroneamente, que ele já havia renunciado.
Rodrigo Schulze hoje nos esclarece que a conversa com o presidente Eduardo Azevedo e o vice Ricardo Vidigal foi muito boa. E conta que optou por dar sequência ao trabalho desenvolvido – como comissário de turfe –, continuando a dar sua contribuição à atividade de que tanto gosta.
O Raia Leve agradece a atenção dispensada pelo comissário de turfe Rodrigo Schulze e reafirma que um dos caminhos para a melhoria do turfe é – e será sempre – o diálogo, independentemente das posições pessoais de cada um dos interlocutores. É conversando educadamente que cada parte pode expor seus pontos de vista – como a situação de Rodrigo Schulze – analisar as melhores alternativas e tomar as decisões mais acertadas. Os erros, se existirem, serem reparados, independentemente de hierarquia ou de qualquer tipo de pressão.
Venceu o diálogo.
Diretoria da ACPCPSI