Matinais do turfe (*)
Estou de volta com os programas matinais nos dias de corrida, depois de um afastamento que começou em janeiro.
Tal afastamento foi somente do microfone, já que continuei na revista e na seleção do programa “O Padoque”. Fico, portanto, “por dentro” de tudo do turfe, só dependendo agora da sorte na seleção final dos cavalos.
Segundo o nome selecionado pela Rádio América 1440 em seu dial, será “Dicas e Barbadas”. Às segundas–feiras, quintas–feiras e sábados, às 08h35, e aos domingos às 8 horas da manhã.
Pela alegria que encontrei entre turfistas e profissionais, eles estavam realmente saudosos de meu programa. Talvez pela simplicidade...
É possível que, logo adiante, a Rádio América também passe a transmitir as carreiras, tudo dependendo de formar uma equipe de peso e de moral. Para ficar...
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Os progressos de Foujita começaram depois que ele passou dos 4 para os 5 anos. Perdeu uma milha para Último Macho em 94s3, depois correu a milha internacional e tirou magnífico terceiro e, no domingo, derrotou facilmente o bom On The Top, no tempo de 95s1. O filho de Felicio e Ipojuca, que também corre na areia, faria um estrago nas grandes provas do Paraná e do Rio Grande do Sul.
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Há cavalos de ferro e Vida Mansa, contrariando o nome, é um deles. Está correndo há três anos todas as importantes carreiras do quilômetro, tanto no Rio, quanto em São Paulo, com uma regularidade digna de elogio. O filho de Free Hand e Resolução, em minha opinião, vai ser ótimo reprodutor de flyers. Tem tudo para isso. Domingo, ele ganhou o GP Adhemar de Faria, uma das provas mais queridas e simpáticas do calendário clássico carioca. E teve prejuízos em todo o percurso. Ganhou pela melhor categoria. Uma agradável segunda colocação a de Tornel.
(*) Texto de Heitor de Lima e Silva, o Bolonha, publicado originalmente na Revista JCB, na década de 1980.
Apoio: Stud Daltex, Stud Miss Kim, André Luiz Dumortout de Mendonça, Stud Azul e Branco