O turfe – enquanto aposta – tem o estigma de ser muito complicado, pois existem diversas variáveis importantes que envolvem as análises dos mais aprofundados: retrospecto, filiação, jóquei, treinador, criador, proprietário, preferência por algum tipo de pista, beleza no cânter etc. No entanto, em algumas vezes, a intuição é fundamental.
Na última sexta–feira, dia 8 de março, o ex–diretor da Casa de Apostas do Jockey Club Brasileiro e atual proprietário de cavalos de corrida, Luiz Roberto Pucheu, estava jantando com a esposa, Yvette Pucheu, no restaurante ao lado da entrada da Tribuna Social do Jockey Club Brasileiro. Viu o cavalo Descolado e decidiu apostar R$ 8,00 na ponta.
O cavalo ganhou, ela faturou R$ 66,40 e se entusiasmou. Como o páreo seguinte abria o Betting5, disse ao marido que ia fazer uma aposta nessa modalidade e, mesmo sob os protestos do proprietário, que enfatizava a dificuldade de acertar duplas nos cinco últimos páreos sem revista nem informação alguma, dona Yvette foi em frente: chamou a funcionária do JCB que faz as apostas em um tablet, no restaurante, gastou R$ 48,00 e, com os três páreos que acertou e a maior soma de rateios dentre os que também tinham acertado três páreos, faturou R$ 10.298,80 no Betting5 da última sexta–feira.
Portanto, para acertar no turfe não precisa ser catedrático, basta ter muita inspiração e um pouco de sorte.
da Redação