A jornada promovida ontem no Jockey Club de São Paulo apresentou, em duas provas de listed race, as suas principais atrações. E ambos os páreos tinham como meta deixar seus competidores em “ponto de bala” para a Tríplice Coroa – tanto de fêmeas quanto a de produtos – que começa no próximo mês de setembro.
O Clássio Siphon (L), em 1.600 metros na grama, para produtos de 3 anos, teve em Hawk’s Eyes, filho de Public Purse e Belle Fleur (Crimson Tide), de criação e propriedade da Coudelaria Jéssica, o seu ganhador. Em direção precisa de Antônio Correia da Silva, o castanho, que vinha de vencer a Taça de Prata, deixou Pol Pot, de ótima atuação, a apenas ¼ de corpo na fomação da dupla. Genial (1 e ¾), mesmo partindo de má baliza, foi o terceiro, com Mr.Tide (2 e ¾) e Ifigênio (3 e ¾) completando o marcador.
Tempo de 1:35.12 para Hawk’s Eyes, que no ato conquistou a sua terceira vitória, sendo a segunda clássica. Walfrido Garcia Junior responde, em Campinas, pelo preparo do ganhador.
E no Clássico Riboletta (L), em 1.600 metros na grama, para potrancas de 3 anos, também houve uma espécie de deja vu em relação ao ocorrido na Taça de Prata. Zara, filha de Redattore e Persifleur (Midnight Tiger), de criação e propriedade do Haras Guayçara, foi novamente a ganhadora. Sob a batuta de Antônio Correia da Silva, Zara resistiu aos avanços de Autônoma, por ¾ de corpo. Jazeera (1 e ½) foi a terceira, enquanto que as quarta e quinta colocações ficaram com Indian Bless (1 e ½) e She’s Great (1 e ¾), respectivamente.
Noutro êxito para Walfrido Garcia Júnior, Zara fechou a distância em 1:35.04 – marca melhorada em relação ao do páreo dos machos, portanto – nesta que foi a sua terceira ida ao winners’ circle.
por Victor Corrêa