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Julho | 2012

Jorge Ricardo quer o tri do GP Brasil 20 anos depois, por Paulo Gama
18/07/2012 - 13h32min

Julio Turfe

Jorge Ricardo comemorando no dorso de Falcon Jet

Há 20 anos, Jorge Antônio Ricardo, o melhor jóquei brasileiro de todos os tempos, realizava o sonho de infância de ganhar o Grande Prêmio Brasil. No dorso do craque Falcon Jet, do Haras Santa Ana do Rio Grande, ele alcançava a glória debaixo de muita chuva numa fria e longínqua tarde de agosto de 1992. A raia de grama confundia–se com a lama, mas o filho de Ghadeer derrotou nos metros finais o seu mais temível rival: o alazão Flying Finn, do Stud Numy, numa revanche da mesma prova ganha pelo valoroso oponente em 1990. Eram outros tempos. Tempos de Jorge Ricardo e Juvenal. Tempos dos duelos inesquecíveis entre Falcon Jet e Flying Finn. Hoje, no seu confortável apartamento no bairro de Palermo, e entusiasmado com a visita do filho mais velho, Jorge Antônio Ricardo Júnior, Ricardinho relembrou emocionado aqueles tempos que não voltam mais.

“A vitória de Falcon Jet é algo inesquecível em minha vida. Em primeiro lugar por que era a última corrida do cavalo independente do resultado da carreira. Era tudo ou nada. Além disso, houve alguns casos de gripe naquele período e o cavalo chegou a tossir antes do apronto. Fiquei apavorado. Graças a Deus a gripe passou longe dele e consegui superar o Flying Finn e o Juvenal em cima do disco. Os meus fãs me cobravam muito este triunfo e depois de alguns anos eu também passei a me cobrar. Na verdade foi um dia de grande alívio. Só agora me dou conta que já se foram 20 anos”, sussurra o campeão emocionado.

Dois anos depois aconteceria a vitória de Much Better, do Stud TNT, segundo o próprio Jorge Ricardo afirma, o melhor cavalo que já montou. A tensão e a adrenalina foram bem diferentes segundo o recordista mundial de vitórias. Ele recorda que o cavalo era favorito absoluto do páreo e só mesmo uma infelicidade poderia impedir a conquista. “O triunfo de Much Better era esperado até pelos próprios adversários. O cavalo era uma máquina de correr e não tinha rivais. No início do ano, em março, havia ganhado o Latino–americano, aqui Argentina. Depois, em abril repetiu o sucesso no Grande Prêmio São Paulo, em Cidade Jardim. O João Luiz Maciel era um treinador fantástico e o apresentou no auge da forma no Grande Prêmio Brasil. Foi só conter a ansiedade para que a hora do páreo chegasse logo”, relembra.

A possibilidade de alcançar a sua terceira vitória na maior prova do turfe brasileiro é encarada com naturalidade pelo recordista mundial. Ricardinho vive grande momento no turfe argentino e curte com a família e os amigos a recuperação da primeira posição no topo do mundo. “O páreo tem campo equilibrado e o resultado do Grande Prêmio São Paulo e das provas preparatórias demonstram bem esta minha impressão. É claro que o Veraneio com o seu cartel de ganhador do Derby Paulista e segundo colocado no Pellegrini e no GP São Paulo deve ser encarado como um dos fortes candidatos. Mas o Dídimo e o Invictus são nomes de alto nível também”, analisa.

Ricardo admite ficar sempre muito alegre quando volta a montar na Gávea, o palco maior das suas mais de 11.700 vitórias.  A atmosfera no prado, a presença dos fãs de longos anos na cerca antes do cânter e o carinho de proprietários, criadores e dirigentes do turfe carioca o sensibilizam. “Espero mais uma vez corresponder à expectativa. Se Deus achar que chegou a hora quem sabe não conquisto mais esta vitória no Grande Prêmio Brasil”, fala esperançoso.



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