Boatos vindos de São Paulo aborrecem profissionais da Gávea 03/07/2012 - 21h31min
Em razão de um cavalo da raça Manga Larga ter sido acometido de mormo, uma doença infecciosa que ataca animais e até o ser humano e é contraída pela ingestão de água ou comida contaminada. Os sintomas da doença incluem lesões nodulares nos pulmões, nas mucosas e nos gânglios linfáticos, além de secreção nasal catarro–purulenta, causando febre, tosse, epistaxe, dispneia e emagrecimento progressivo até a caquexia. Sua forma cutânea gera nódulos endurecidos nos membros e no abdômen. Como não tem cura, normalmente o animal que contrai a referida doença acaba sendo sacrificado.
Foi detectado um caso (em cavalo da raça Manga Larga, em Teresópolis) e, em virtude disso, foi vedada a saída de cavalos alojados nesse município fluminense que não tiverem feito o exame de mormo. Como só há três laboratórios no País especializados em exames desse tipo, alguns dias serão necessários para a total liberação dos cavalos de Teresópolis.
No entanto, não há qualquer veto à chegada de cavalos de outros estados. Profissionais lotados no turfe carioca estão “na bronca” com alguns transportadores de cavalos que, para segurar os cavalos em São Paulo, espalharam o boato de que o trânsito de cavalos de São Paulo para o Rio de Janeiro estaria fechado em razão do mormo. Os veterinários em atividade no local apressaram a realização dos tais exames, a fim de que não haja esvaziamento dos programas desta semana no turfe carioca.
da Redação |