Cadastre-se e receba novidades:

Nome


E-mail

Valparaiso - Stud Blue Mountain

Like It Hot - Stud Verde

Núcleo Terrestre - Stud H & R

Oviedo - Stud H & R

Night Street - Stud Dona Cecília

Tenuta Poggione - Haras do Morro

Off the Curve - Stud H & R

Sonho Bom - Stud H & R

Online - Stud Verde

Olympic Maurren - Stud H & R

Oteque - Stud H & R

Kempes Love - Stud Verde

The Lord - Stud H & R

Submarino - Haras Figueira do Lago

Ronigol - Stud Verde

Sargent Pepper - Stud H & R

Spartan Lius - Coudelaria Atafona

No More Trick - Stud H & R

Spartan Lius - Coudelaria Atafona

Dreamer Winner - Haras Iposeiras

Ronigol - Stud Verde

Maryland - Stud Verde

Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica

Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife

Le Gonfalon - Stud Verde

Minuxa - Haras Depiguá

Olympic Orkut - Stud H & R

Só Te Peço Amor - Stud Verde

Ronigol - Stud Verde

Papa-Léguas - Stud H & R







Janeiro | 2012

Os 10 dias mais longos de nossas vidas turfísticas, por Paulo Gama
05/01/2012 - 11h16min

Na última segunda–feira recebi telefonema do criador e proprietário José Carlos Fragoso Pires Júnior. Fez elogios a retrospectiva do ano turfístico de 2.011 feita pelo site Raialeve. Insatisfeito com a não realização de corridas desde o dia 26 do ano passado, mostrou–se surpreso com o fato de alguns turfistas se mostrarem a favor da inédita paralisação. Perguntou a minha opinião sobre o assunto. De imediato lhe disse que estava do seu lado. Nunca sou a favor de não ter corridas. Em primeiro lugar por questões financeiras. Depois por razões democráticas. E finalmente por motivação pessoal e profissional. Eu adoro corridas de cavalo. E tanto isso é verdade, que nestes monótonos dias sem a realização de páreos na Gávea e em Cidade Jardim estive na Loja Turf Bets Sports para acompanhar as corridas nos Estados Unidos.

A exemplo do que aconteceu no Natal, os dirigentes dos Jockeys Clubs do Rio de Janeiro e São Paulo deveriam ter promovidos corridas nos dias 29 de dezembro e no dia 2 de janeiro. O prejuízo foi evidente para os proprietários e profissionais de turfe. Se alguns desses seguimentos lamentavelmente se manifestaram a favor de não ter corridas, o problema é deles. Se eles podem tirar férias tanto melhor. Mas, e aqueles que desejavam competir? Aonde ficam os seus direitos? É aquela velha história. Muita gente reclama das coisas, mas na hora de arregaçar as mangas e trabalhar prefere uma rede, com sombra e água fresca. Sombra e água fresca é só para quem pode. Quem precisa de melhores dias tem que ralar e procurar por eles. A indústria do turfe alimenta muita gente. E esta turma não pode ficar parada por que os privilegiados querem tomar banho de mar e fazer oferendas para Iemanjá. Quem pode soltar fogos que o faça. Tem todo o direito. Mas quem necessita comprar material escolar, pagar IPTU, IPVA e etc... nem sempre possui dinheiro para comprar morteiros e fogos de artifício.

Quem gosta de turfe de verdade não abre mão da realizacão das corridas. Se o indivíduo não sente falta delas que nos deixe em paz com os nossos páreos e trate de se ocupar com outra coisa. Corrida de cavalos é para turfistas. Os Jockeys Clubs são entidades hípicas e devem ser administradas por quem ama os puros–sangues e quer vê–los em ação. As vezes sinto saudade dos tempos do doutor José Carlos Fragoso Pires, em que a atividade turfística estava acima de tudo. Na época, o vice–presidente, Luiz Macedo, turfista de quatro costados, conseguiu dar páreos até em dia de eleição. Empurrou as zonas eleitorais para a Tribuna Geral. Os eleitores votavam lá, na última tribuna, enquanto os turfistas ocupavam as demais arquibancadas depois de votar pela manhã.

Sinto inveja dos “hermanos”. Ricardinho me disse ao telefone que até nas festas de Natal e de Ano Novo as corridas são realizadas na Argentina. Que mundo encantado este de Palermo e San Isidro! Será que algum dia conseguiremos ter em nossas fileiras só pessoas que gostem do turfe com esta mesma paixão?

Obrigado por sua ligacão José Carlos Fragoso Pires Júnior. Você me fez lembrar daquela maravilhosa administração do seu pai. Na inesquecível semana de agosto do GP Brasil, os jornais cariocas tiveram mais espaço para o turfe do que o futebol. Fomos capa de todos os cadernos de esporte da cidade. Eu mesmo escrevi sozinho sete páginas de turfe no Jornal do Brasil, no dia anterior a prova. E depois, mais seis páginas no dia da corrida mais importante do país. Do ano de 1995 até hoje, o espaço para os turfistas ficou minguado nos meios de comunicação de massa. Talvez jamais recuperemos este terreno perdido nos últimos 16 anos. Mas deixar de dar corridas por causa de feriados é meio caminho andado para colaborar com todos aqueles que torcem por nossa extinção.



<< Anterior Próxima >>








13.383

12.844















Coudelaria Atafona

Coudelaria FBL

Coudelaria Intimate Friends

Coudelaria Jessica

Coudelaria Pelotense

Haras Clark Leite

Haras Iposeiras

Haras Depigua

Haras Figueira do Lago

Haras do Morro

Haras Old Friends

Haras Planície
(In memoriam)

Haras Vale do Stucky
(In memoriam)

Jorge Olympio
Teixeira dos Santos

Ronaldo Cramer
Moraes Veiga
(In memoriam)

Stud Brocoió

Stud Cajuli

Stud Capitão
(In memoriam)

Stud Cariri do Recife

Stud Cezzane
(In memoriam)

Stud Elle Et Moi
(In memoriam)

Stud Embalagem

Stud Everest
(In memoriam)

Stud Gold Black

Stud H & R

Stud Hulk

Stud Ilse

Stud La Nave Va

Stud Palura

Stud Quando Será?

Stud Recanto do Derby

Stud Rotterdam

Stud Spumao

Stud Terceira Margem

Stud Turfe

Stud Verde

Stud Wall Street

Oscar Colombo
(In memoriam)

Stud Novo Muriqui
(In memoriam)

Haras The Best
(In memoriam)
  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês