Hoje, sexta-feira, dia 02/12/2011, o presidente do Jockey Club Brasileiro Luis Eduardo da Costa Carvalho, vulgo LECCA, partiu mais uma vez ao ataque contra o turfe carioca e consequentemente, o brasileiro. A tal governança corporativa teve a brilhante idéia de fechar o estacionamento utilizado pelos turfistas para acessar o hipódromo e passar a cobrar 10 reais para que o turfista ou profissional pudesse chegar ao hipódromo.
Já antes do primeiro páreo funcionários de uma empresa de estacionamentos do Rio de Janeiro distribuíam tickets de entrada de estacionamento para que os carros chegassem ao hipódromo. Sem que nenhum funcionário do Jockey Club Brasileiro acompanhasse o processo os tais funcionários diziam e faziam o que queriam com turfistas, profissionais e alguns sócios desavisados.
Após corrido o último páreo, ao sair, a revolta e a surpresa tornou-se mais presente, funcionários da tal empresa exigiam, em nome de um diretor do clube, a matrícula dos sócios que obviamente estariam liberados do pagamento. Quando indagado por mim, qual seria o diretor que solicitara tal informação já que não havia visto nenhum nas dependências do clube e os comissários (se é que podem ser chamados assim) que porventura estivessem de plantão certamente não se envolveriam em tal situação, qual não foi minha surpresa ao escutar o nome do empregado Roberto Bar, que anda se auto intitulando diretor do Jockey Club Brasileiro.
Me sinto muito à vontade para criticar mais este ato do presidente contra os turfistas e consequentemente contra o turfe pois como sócio ganhei da tal empresa e do “diretor” Roberto Bar, além do brilhante presidente do JCB, o direito de entrar gratuitamente com meu carro. A brilhante governança corporativa, ao invés de dar um vale pule de 10 reais a cada um que adentre às dependências do JCB resolveu agora taxar turfistas e profissionais.
Sócios, profissionais e turfistas não podem calar-se diante de mais este absurdo. Enquanto lutamos contra as atrocidades cometidas pela atual administração do JCB, vamos torcendo para que após maio, LECCA continue sendo mais uma financeira querendo tornar-se banco e Roberto Bar mais um desempregado a engrossar as estatísticas.
Arthur Eduardo Stern de Freitas
Proprietário/Criador de PSIs e sócio do JCB