























Valparaiso - Stud Blue Mountain
|

Like It Hot - Stud Verde
|

Núcleo Terrestre - Stud H & R
|

Oviedo - Stud H & R
|

Night Street - Stud Dona Cecília
|

Tenuta Poggione - Haras do Morro
|

Off the Curve - Stud H & R
|

Sonho Bom - Stud H & R
|

Online - Stud Verde
|

Olympic Maurren - Stud H & R
|

Oteque - Stud H & R
|

Kempes Love - Stud Verde
|

The Lord - Stud H & R
|

Submarino - Haras Figueira do Lago
|

Ronigol - Stud Verde
|

Sargent Pepper - Stud H & R
|

Spartan Lius - Coudelaria Atafona
|

No More Trick - Stud H & R
|

Spartan Lius - Coudelaria Atafona
|

Dreamer Winner - Haras Iposeiras
|

Ronigol - Stud Verde
|

Maryland - Stud Verde
|

Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica
|

Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife
|

Le Gonfalon - Stud Verde
|

Minuxa - Haras Depiguá
|

Olympic Orkut - Stud H & R
|

Só Te Peço Amor - Stud Verde
|

Ronigol - Stud Verde
|

Papa-Léguas - Stud H & R
|
|
|




Novembro | 2011
Ou o JCB aprende a se defender, ou sucumbe, por Sergio Barcellos 01/11/2011 - 18h13min
Um turfe organizado se constrói com base em 3 pilares:
1. Investimento nas instalações e facilidades dos hipódromos. O princípio, elementar, por trás disso é muito simples: não há esporte moderno sem público para freqüentá–lo.
2. O incentivo permanente à criação de novos adeptos da atividade, aí incluídos o público em geral, os apostadores, e, claro, os proprietários de cavalos, sem os quais não há matéria–prima para a formação do programa de corridas.
3. A criação (e preservação) de uma sólida estrutura técnica e funcional que garanta o desenvolvimento ordenado da atividade, gere empregos, e proteja sua imagem pública.
Todo o resto decorre desses 3 princípios fundamentais.
Em outras palavras, sem hipódromos preservados; sem a busca permanente de novos adeptos e novos proprietários; sem uma estrutura racional de jogos de apostas; sem a garantia de que a atividade irá funcionar livre de interrupções e desvios (principalmente os de conduta), não há turfe moderno. Na verdade, não há turfe.
II
Como isso se conjuga com nossa atual realidade, é a grande questão a ser resolvida pelo Jockey Club Brasileiro.
Num clube de corridas em que não há mais sequer laboratório antidoping próprio (o que havia – dos melhores do país – foi consumido pelo fogo e jamais reconstruído); em que não existe convicção firmada, a menor, sobre a necessidade vital de garantir a funcionalidade das instalações do hipódromo e zelar pela manutenção de seu entorno; em que se extinguem, da noite para o dia, facilidades que estão na origem mesma da existência do número de animais necessários à formação de 4 programas semanais de corrida, fica difícil imaginar a sobrevivência, no tempo, do turfe do Rio de Janeiro.
Não importam os motivos e razões, não faz o menor sentido desativar instalações que serviram, durante anos, aos propósitos de conter os custos de manutenção dos animais, e, com isso, fazer crescer o número de cavalos disponíveis, como é o caso da derrubada dos armazéns das vilas hípicas da Gávea.
Como não faz sentido algum, substituir tais instalações pelo que quer que seja, se o que vier em seu lugar não corresponder diretamente aos reclamos e necessidades dos proprietários e profissionais da atividade, vale dizer do esporte das corridas de cavalo no estado.
III
Já estivemos prestes a derrubar as cocheiras das vilas hípicas, um fantástico patrimônio do Jockey Club Brasileiro. O meteoro que iria destruir qualquer sinal de vida do turfe do Rio de Janeiro – como aquele que, há 65 milhões de anos, destruiu a maioria da vida do planeta – passou muito perto de nós.
Contudo, não aprendemos a lição.
Como uma instituição que parece não revelar traço de inteligência (nem mesmo a inteligência emocional, aquela que está na origem do instinto de sobrevivência), prosseguimos insistindo na tentativa das soluções “imobiliárias” para um problema que não é – nem nunca foi – imobiliário.
Um problema que é, sobretudo, de falta de confiança no futuro da atividade, aliado ao desconhecimento do que, em essência, ela significa para milhares de pessoas em uma sociedade da grandeza e das tradições do JCB.
IV
O JCB viveu, durante anos e anos, amparado pelo gosto da coisa comum, o turfe, e protegido de quaisquer soluções exóticas pela certeza de relacionamento de seus dirigentes com os cavalos de corrida, as corridas de cavalo, e a soberba obra que herdou de seus fundadores.
A nova geração de dirigentes do clube, entretanto, dá mostras de desprezar tudo isso. Abomina os valores e crenças do passado, e imagina ser competente para reinventar os rumos e o objeto social da instituição. Supõe que o JCB começou com ela, numa palavra. Haja hubris!...
Não resta dúvida que, daqui para a frente, o Jockey Club Brasileiro, bem assim, o turfe do Rio de Janeiro, vão, ambos, ter que aprender a se defender de um ambiente que lhes é inteiramente hostil.
Para o Jockey Club Brasileiro, para seu quadro social, e para o turfe, chegou finalmente a hora da verdade: ou aprende a se defender, e a defender o soberbo patrimônio que recebeu dos fundadores da instituição, ou sucumbe.
E, no caso, sucumbe por entropia, destruído de dentro para fora pela desordem dos conceitos, e pela falta de respeito de sua elite dirigente pela própria instituição. |

|
|




 13.382 |
 12.844 |













 Coudelaria Atafona
 Coudelaria FBL
 Coudelaria Intimate Friends
 Coudelaria Jessica
 Coudelaria Pelotense
 Haras Clark Leite
 Haras Iposeiras
 Haras Depigua
 Haras Figueira do Lago
 Haras do Morro
 Haras Old Friends
 Haras Planície (In memoriam)
 Haras Vale do Stucky (In memoriam)
 Jorge Olympio Teixeira dos Santos
 Ronaldo Cramer Moraes Veiga (In memoriam)
 Stud Brocoió
 Stud Cajuli
 Stud Capitão (In memoriam)
 Stud Cariri do Recife
 Stud Cezzane (In memoriam)
 Stud Elle Et Moi (In memoriam)
 Stud Embalagem
 Stud Everest (In memoriam)
 Stud Gold Black
 Stud H & R
 Stud Hulk
 Stud Ilse
 Stud La Nave Va
 Stud Palura
 Stud Quando Será?
 Stud Recanto do Derby
 Stud Rotterdam
 Stud Spumao
 Stud Terceira Margem
 Stud Turfe
 Stud Verde
 Stud Wall Street
 Oscar Colombo (In memoriam)
 Stud Novo Muriqui (In memoriam)
 Haras The Best (In memoriam)
|