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Setembro | 2011

A malversação da imagem de Chico Anísio
23/09/2011 - 12h38min

Depois de utilizar-se do “Criança Esperança” para tentar esconder as suas históricas vaias da rede Globo de televisão e aparecer diante de suas poucas palmas como o novo messias dos orfanatos - apesar de deixar a míngua à própria escola infantil - Luis Eduardo da Costa Carvalho procura utilizar-se agora de Chico Anísio para tentar disfarçar a grande piada do seu mandato.

Sem dúvida o grande mestre Chico e seu eternamente sócio Luis Felipe Brandão dos Santos, se sentiriam muito mais homenageados caso o “presidente” do Jockey Club Brasileiro, tivesse optado por auditar as contas da CODERE ao invés de usar a biografia de um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos para disfarçar uma catástrofe promocional e institucional sem precedentes na história do clube.

Enquanto arquitetava sorrateiramente, utilizando-se de “Acordos de Confidencialidade” e “Termos Aditivos” contra o clube, seus “Boulevares” recheados de máquinas caça-níqueis, Luis Eduardo jamais se importou com o fato de Chico Anísio ter-se despedido do Hipódromo da Gávea. O “presidente” da má administração do MGA do JCB parece nem ter visto o principal incentivador da farda verde e branca refugiar-se em São Paulo contra o descaso para com a validação até da “féria” do centro gastronômico.

No momento em que o circo do clube pega fogo e o maior humorista da história retira-se desse “palco” por vergonha e puro descaso, o nosso “presidente” tenta evocar personagens históricos que ele tanto desprezou nestes quarenta meses para tentar subir novamente nos ombros de uma glória alheia.

Mais de três anos separam a promessa de Luis Eduardo a Luis Felipe (Eternamente Chico) Brandão dos Santos de uma auditoria severa nas contas da CODERE. Seria apenas uma ação de rotina, uma obrigação natural de todo mandatário que bate continência para a transparência, sobretudo numa relação comercial pautada pelo percentual sobre venda de poules.

Não. Luis Eduardo da Costa Carvalho, que cobrou compulsoriamente uma contribuição dos sócios do JCB para aparecer com os dentes amarelos ao lado de sua namorada no podium do GP Brasil como grande assistente social, não quis conferir nada pois deporia contra si próprio.

Luis Eduardo acabou por inibir o turfe carioca (Chico Anísio à frente) de assistir a validação das contas da CODERE; deixou de ver demonstrados os valores que são confiscados diuturnamente do nosso MGA por uma banca internacional, que embora tivesse sido implantada em 2006, foi a partir de 2008 que viu crescer suas asas de rapina sobre o principal ativo do clube.

Uma pena pertencer a um quadro social que assiste hoje a esse festival de maravilhosos personagens históricos serem manuseados por um outro “personagem” sem nenhuma história que nada fez para manter VIVA e ATUANTE a farda desse monstro da dramaturgia. Certamente os turfistas estariam muito mais felizes com a homenagem que prestava Chico ao próprio turfe.

Enquanto o mito perdurará para sempre nas seções de cultura e entretenimento, o “presidente” não tardará a ganhar as páginas dos jornais para expor o turfe (e o próprio Chico) a mais uma catástrofe institucional que certamente carecerá de muitos anos para ser abafada. 

Pena que a melhor oportunidade de homenagear Chico Anísio tenha sido postergada pela justiça brasileira ao adiar o impeachment de Luis Eduardo da Costa Carvalho. Estou certo na qualidade de fiel testemunho da carreira desse monstro sagrado, que a sua maior alegria teria sido ver destituído do cargo aquele que tenta hoje tomar pra si uma glória que lhe é distante em gênero, número e grau.

Ao pedir desculpas públicas ao MESTRE pela malversação da sua imagem por quem nunca fez por fomentar a sua participação nas corridas de cavalo, não me furto da promessa a ele de uma verdadeira e justa homenagem - turfista de verso e não de prosa – de que dias melhores estarão por guarnecer as futuras reuniões no JCB, que apesar de não levar mais o seu doce currículo artístico no programa, terá a farda, a fé e o seu carinho guardados para sempre no coração desse hipódromo.      

Luiz Fernando Dannemann



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