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Julho | 2010

Vamos salvar o Turfe? (2ª Parte), por Marcos Rizzon
07/07/2010 - 13h10min

Há cinco anos (mais ou menos) tivemos um Congresso de Turfe, realizado no Jockey Club do Paraná, tendo como organizador o batalhador Gibi.

Eu fui um dos palestrantes. Vou relatar, a seguir, parte da mesma.

“O TURFE BRASILEIRO PRECISA SER ÚNICO COM PEDRA ÚNICA”.

Estamos gastando absurdos. Jogando dinheiro fora.

Será que os argentinos e chilenos são burros? Há tempos que eles não concorrem entre si. Na Argentina, temos corridas em Palermo, nas sextas e segundas–feiras, em San Isidro, nas quartas e sábados e, nos demais dias, em La Plata.

No Chile, o Valparaiso Sporting (Viña Del Mar) realiza sua reunião nas quartas; os dois hipódromos de Santiago – o Club Hípico, nas sextas, e o Hipódromo Chile, nas quintas e sábados, sobrando as terças para Concepción. Os domingos são sagrados. Corridas neles somente de 3 a 5 vezes no ano.

Por que não termos corridas no Brasil, nos sete dias da semana, mas cada dia em um hipódromo?

Darei um exemplo: numa semana, sexta e domingo para a Gávea (20 páreos em cada reunião) e, sábado e segunda para Cidade Jardim (18 e 11 páreos, respectivamente). Na semana seguinte, o inverso.

As terças ficariam para São Vicente (7 páreos) e Campos (10 páreos), as quartas para Curitiba (10 a 15 páreos) e as quintas para o Cristal (10 a 15 páreos).

Poderíamos, para completar as reuniões dos hipódromos do Cristal e Tarumã, agregar páreos da Tablada, Lagoinha e Ponta Grossa.

Se os bingos (na época funcionavam a base de liminares) abrem todos os dias, por que não termos corridas todos os dias? O José Luiz da Costa Brega (KTV) estima que o turfe pode arrecadar, nos hipódromos menores, R$ 300 mil por reunião com a Pedra Única/Turfe Único e de R$ 1 milhão para mais nos dois grandes.

Mas vejam bem, amigos, hoje o JCSP paga R$ 80 mil por mês por um canal exclusivo. Nele, está incluído o “uplink”. O JCB paga o mesmo valor à Embratel, mas gasta mais R$ 100 mil com uma empresa particular pelo mesmo serviço embutido pelo clube paulista.

E não temos dois simulcastings, mas sim duas “esculhambações”, onde só são mostrados os páreos e as fotografias das vitórias do hipódromo sede.

Se tivéssemos o Turfe Único/Pedra única, não precisaríamos de dois canais e a economia seria de R$ 200.000,00.

Vocês já foram a uma agência de apostas ou prestaram a atenção ao sair de um hipódromo? Quantos programas vão diretamente para o lixo? Um monte!

Mas o pior é ver o absurdo dos absurdos: o JCSP faz um programa para suas corridas e outro para as do JCB e vice–versa. São 4 programas e uma despesa imensa de gráfica.

Por que não termos um programa só? Para isso precisamos ter Turfe Único/Pedra única. Economia: R$ 100 mil/mês.

Com duas reuniões em cada hipódromo, menos custo na geração de imagens, que hoje custam em média R$ 12 mil por reunião. Portanto, teríamos 16 reuniões a menos comparadas com as de hoje, ou seja, mais R$ 200 mil.

Além disso, hoje, o JCB gasta com um software que não é seu, enquanto o do JCSP é próprio. O custo do clube carioca neste quesito (aluguel do mesmo) chega aos R$ 200 mil/mês.

Já estamos economizando R$ 700 mil (aproximadamente), que seriam transformados em aumento de prêmios. Pode?

Mas teríamos menos gastos em energia elétrica, limpeza, segurança, funcionários etc. Poderíamos chegar à casa de R$ 1 milhão de economia...

É ruim?

Além disso, com este calendário semanal, teríamos uma chamada clássica melhor, uma tríplice coroa nacional (Rio e SP), e treinadores e jóqueis poderiam inscrever animais no Eixo Rio–SP, copiando o que os treinadores norte–americanos hoje fazem, correndo em diversos hipódromos que ficam muito próximos.

Com isso, Jorge Ricardo (na época montava no Brasil), por exemplo, montaria em 80 páreos... e um proprietário paulista ou carioca poderia assistir a seu cavalo em qualquer um dos hipódromos.

Hoje temos menos criadores, proprietários e nossa mão de obra decaiu muito.

Se continuarmos nesse caminho, teremos, no máximo, 25 anos.

Passaram–se 5 anos e a nossa DEFESA PELO TURFE ÚNICO/PEDRA ÚNICA SEGUE IGUAL. No JT, conto com o apoio do Luiz Renato Ribas e do Sérgio Rezende, que defendem a mesma coisa.

Mas com uma DIFERENÇA: a empresa DEXTRON CONSULTING, apresentou na sexta–feira, 25, no JCSP, tendo como platéia os presidentes Márcio Toledo (JCSP), Afonso Burlamaqui (ABCPCC), José Carlos Fragoso Pires Jr. (ACPCCPSI) e Renato Diniz Junqueira (APFT), criadores e proprietários ilustres, o PROJETO TURFE FORTE.

O que seria? Exatamente o que dissemos naquela palestra para uma platéia de 60 pessoas. A mesma da 6ª (25).

TURFE ÚNICO e PEDRA ÚNICA PRECISAM SER IMPLANTADOS.

Mas sou contra criarem UMA NOVA ENTIDADE PARA GERIR ISSO.

Estamos cheios de associações e com poucos Jockeys Clubs ainda em funcionamento.

O que precisamos, também venho dizendo isso há tempos, é nos UNIRMOS, NUM GRANDE GRUPO e não em GRUPINHOS.

Um GRANDE GRUPO PENSA GRANDE. UM GRUPINHO PENSA NO TAMANHO DELE!

Precisamos mudar este jogo.

Precisamos salvar o turfe brasileiro!



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