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Junho | 2010
Caros amigos do turfe – Uma mensagem do Presidente da APFT 29/06/2010 - 20h12min
Cyro Fiuza

Reunião com a prensença de Afonso Burlamaqui e Marcio Toledo
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Quero em primeiro lugar agradecer a todos aqueles que apoiaram este projeto manifestando opiniões, trabalhando ou disponibilizando os recursos indispensáveis para irmos em frente.
Quero também agradecer especialmente a Eduardo Guimarães pelas muitas horas de trabalho e pela dedicação desde que resolvemos ir a fundo num terreno polêmico, onde os desafios são muitos.
Os pessimistas costumam dizer que a melhor forma de paralisar um projeto é criar um grupo de trabalho. Deus não teria feito o mundo em sete dias se pedisse um estudo de viabilidade.
Em vez de ficar com os pessimistas, prefiro ficar com os otimistas. Quando boas cabeças se reúnem para apostar em alguma coisa meritória, tudo pode ser feito. O consenso obtido fica mais consistente, as apostas ficam mais firmes e a possibilidade de sucesso é grande. Agradeço a todos os que compartilharam as mesmas ideias e aceitaram correr os mesmos riscos.
Muitas conclusões às quais chegamos derivam dos estudos e das observações que fizemos em países onde o Turfe está mais avançado hoje em dia, e continua prosperando. Quero, por isso, ressaltar a ajuda que recebemos de Louis Romanet, presidente da Federação Internacional, de Charles Henri de Moussac, vice-presidente da France Galop e do Sr. Aki Akitani, representante da Japan Racing Association junto à Federação Internacional.
O diagnostico que fizemos mostra uma brecha enorme entre o Turfe brasileiro e o Turfe existente em outros países, principalmente a França, os Estados Unidos, a Inglaterra e o Japão.
A menos que alguém queira ficar de olhos fechados, é impossível não concluir que estamos diante de um Turfe decadente, esclerosado e sem perspectiva no Brasil.
O problema não está nas pessoas. O problema está num modelo que não dará mais nenhuma resposta positiva, não importa quem esteja no comando dos clubes.
O estudo comparativo que fizemos mostra que outras modalidades de aposta, novas formas de entretenimento, jogos em tempo real, cassinos e loterias estão competindo com vantagem com as corridas de cavalo. Constatamos que em outros países também existem problemas. Mas a perda de competitividade foi enfrentada e os resultados estão aparecendo.
É possível buscar as mesmas alternativas e inventar outras através de uma reorganização do setor, redução de custos e conquista de novos consumidores.
Os cavalos e as corridas de cavalos formam um conjunto bonito, lúdico, glamouroso que pode com facilidade ser reinventado. Não se criam coisas novas sem audácia e a maior audácia consiste em mudar os conceitos básicos.
Vivemos num tempo onde a melhoria dos padrões éticos é muito cobrada em todos os níveis. Podemos voltar a valorizar a importância da aposta, porque esta requer análise e capacidade para correr risco. Mais que isto, as apostas em corridas de cavalos se diferenciam de todas as demais pelo fato de que seu resultado não é aleatório ou randômico, não podendo portanto serem classificadas entre os jogos de azar. Durante toda a nossa vida, corremos riscos e apostamos em alguma alternativa. Toda atividade empresarial envolve riscos.
Quem poderia prever a volatilidade do petróleo ou a crise que jogou preços para a lua e outros para o fundo do poço no Setembro Negro de 2008?
A capacidade para correr risco é uma característica do criador, do empresário, do cientista que investe em genética, do engenheiro de software que inventa um algoritmo novo e revoluciona a informática. Podemos revolucionar a indústria de jogos usando a web e as novas tecnologias de telecomunicações como ferramentas, combinando um conjunto de idéias de aposta e educação elementar.
Tudo isso faz parte de um conjunto de iniciativas que não serão possíveis se o modelo do Turfe brasileiro continuar esclerosado. Se não brigarmos pelas propostas de reorganização do setor e se ignorarmos o lado bem sucedido da experiência de outros países, como França, Estados Unidos, Japão.
Uma nova estratégia para o Turfe em geral e para as apostas pode fomentar o desenvolvimento da atividade de toda cadeia de criação de eqüinos no Brasil, gerando novos atrativos para fixar o homem no campo, já que a atividade não pode ser mecanizada.
Precisamos levar essas propostas ao governo, porque depois da extinção da Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional (CCCCN) não existe nenhum órgão governamental que dê atenção a este segmento produtivo. Devemos tentar criar algo no governo, mostrando que novas fontes de renda, geração de empregos e aperfeiçoamento genético podem ser desenvolvidas.
Do nosso lado, precisamos sair de uma postura provinciana, cheia de interesses regionais e de grupos, para uma postura positiva que envolva todo o turfe brasileiro. Precisamos acabar com as brigas e partir para a união em torno de uma entidade nacional. Devemos “pensar grande”.
Ficou claro no estudo que o turfe tem mais sucesso nos países onde o “core business” são as apostas. Elas podem ser popularizadas, divulgadas e vendidas em qualquer esquina do mundo real ou virtual, como a Quinté francesa. Outras modalidades devem ser consideradas acessórias.
Para concluir, estou certo de que a Associação Paulista de Fomento ao Turfe, em conjunto com a Associação Brasileira dos Criadores e Proprietários de Cavalo de Corrida e a Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro Sangue Inglês fizeram uma aposta certa. Demos o primeiro passo para a recuperação do turfe brasileiro.
Como em toda boa aposta, o páreo apenas começou e é preciso acreditar no resultado. Estou certo de que vamos ganhar.
Clique aqui e veja o Projeto Turfe Forte
Renato Diniz Junqueira Presidente da Associação Paulista de Fomento ao Turfe
Transcrito da Newsletter da APFturfe de 29/06/2010 |

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