Em mais uma jornada muito feliz, o brasileiro Jorge Ricardo participou de 10 páreos e venceu quatro, na reunião realizada, ontem, no Hipódromo de San Isidro. O piloto obteve, ainda, dois terceiros, um quarto e um quinto, finalizando apenas duas vezes fora do marcador. Ricardinho ganhou o quarto páreo com Golden Spring, o sexto com Edilicia, o oitavo com Planetaria Top e, finalmente, o décimo, com Samba Canción. Com os êxitos de ontem, alcançou a marca de 9.728 primeiros lugares, mas não conseguiu diminuir a diferença de três pontos em favor de Baze, uma que vez que o canadense também venceu quatro provas, ontem, em Golden Gate Fields e chegou às 9.731 vitórias na carreira.
SHOW DO INVICTO – Na melhor prova da corrida de ontem, em San Isidro, o Clásico Porteño, do Grupo III, em 1.800 metros, o que se viu foi um show do favorito Urbanizado, que ganhou de ponta a ponta e por seis corpos, sob a direção do veterano Jorge Valdivieso. Invicto através de três apresentações em provas comuns, o tordilho chega com sucesso à esfera clássica e já tem o futuro traçado, pois segundo seus responsáveis será inscrito na prova Classic na festa das Carreras de las Estrellas. Urbanizado, de 3 anos, por Slew Gin Fizz e Urbanizada, criação e propriedade do Haras Vacación, foi apresentado pelo treinador Juan Udaondo e derrotou Berry Creek na marca de 105s46. A grande decepção da prova foi Global Hunter, do Haras La Providencia, segundo favorito, que terminou na última colocação, muito afastado.
MARATONA – Uma verdadeira maratona de turfe acontece na tarde/noite de hoje no Hipódromo Argentino de Palermo, quando serão dsputados 18 páreos. A maior atração é o Clásico República de Panamá, prova de Grupo III, em 1.000 metros, para éguas de 3 anos e mais. No reduzido campo de seis competidoras, destaque para Tesorilla Class (Ricardo) e Cursi Roy (Talaverano), que devem decidir a primeira colocação. Ainda na corrida de hoje, algumas provas especiais com campos numerosos equilibrados. Segundo o programa oficial, Jorge Ricardo tem nove montarias na reunião.
por Marco Aurélio Ribeiro