Amanhã e domingo, na Gávea, serão
corridos, respectivamente, os GPs Roger Guedon e José Buarque de Macedo, ambos do Grupo 3, provas preparatórias
para as aberturas das Tríplices Coroas cariocas, os GPs Henrique Possolo (Grupo 1) e Estado do Rio de Janeiro
(Grupo 1), marcados para 12 e 19 de fevereiro.
Abaixo, o resultado da enquete promovida pelo RAIA LEVE,
no período de 20 de dezembro a 10 de janeiro, abordando a criação da Tríplice Coroa nacional.
Somados, os
votos destinados às três primeiras alternativas, revelam que a maioria dos turfistas defende a
implantação de um novo modelo.
Os prêmios no turfe brasileiro estão enormemente defasados. Com
isso, o sucesso dos leilões de potros, que movem a indústria do cavalo PSI, advém da perspectiva de exportação.
Considerando o interesse comercial de criadores e proprietários, o mais indicado é:
–
instituir a Tríplice Coroa nacional, eliminando–se as locais, inclusive os GPs que as constituem, que seriam
substituídos por outras provas também graduadas – 16.52 %.
– instituir a
Tríplice Coroa nacional, mantendo–se, todavia, as locais – 30.80 %.
–
instituir a Tríplice Coroa nacional, permanecendo como provas do Grupo 1 os GPs locais que atualmente formam os
eventos, sem, contudo, integrar o novo formato – 34.82 %.
– permanecer com o
modelo atual, respeitando–se a tradição de realizar as Tríplices Coroas locais – 17.86
%.
da Redação