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Abril | 2007
Domingo é dia de Derby 11/04/2007 - 07h00min
Gerson Martins/arquivo RL

Em 2006, Ricardo ganhou com Herói do Bafra
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O saudoso criador Armando Carneiro, fundador do Haras Nacional, uma vez disse que se sentia realizado quando Old Pretender venceu o GP Cruzeiro do Sul, em 1988.
Segundo ele costumava afirmar, vencer o Derby é o grande sonho de qualquer criador de cavalos de corrida. No mundo inteiro é a prova de maior destaque. O Derby de Epsom leva a Rainha da Inglaterra e toda sua corte ao hipódromo. Nos Estados Unidos, o Kentucky Derby, que abre a Tríplice Coroa, além de ser a carreira mais charmosa do país, reúne o que há de melhor entre os 3 anos.
Na Gávea, o GP Cruzeiro do Sul, por muitos anos foi a segunda etapa da Tríplice Coroa, mas quando decidiu–se abolir a disputa em 3.000 metros, o Derby passou a encerrar a luta pelo título.
No próximo domingo será realizada mais uma vez a prova que tanto encanta criadores e proprietários. Não existe candidato à Coroa, mas o ganhador ficará marcado para sempre como “um vencedor do Derby”. A presença de Jorge Ricardo, agora como visitante, é outra grande atração no domingo. Vamos contar um pouco da história desta importante competição.
O primeiro Derby e a escolha do nome
As corridas na Inglaterra, pelos idos de 1750, eram disputadas por cavalos com 5 anos e mais idade e em percursos alentados, em torno de 6.500 metros. Sir Charles Bunbury, um dos fundadores e diretor do Jockey Club Inglês, foi membro do grupo responsável pelo handicap no turfe, destinando o peso de acordo com a categoria dos corredores. Naquela época, os jóqueis montavam com pesos entre 37 e 57 quilos. Outra decisão importante de Bunbury foi a de instituir provas supremas para corredores mais novos, com 3 anos, a fim de que fosse avaliada a categoria dos mesmos. Daí surgiram as primeiras provas da Tríplice Coroa. E para dar nome à mais importante delas, Ronbury e Sir Lord Derby disputaram na moeda. Ronbury perdeu e surgiu o primeiro Derby de Epsom, que, por ironia do destino, foi vencido pelo cavalo Diomed, de propriedade de Ronbury. Lord Derby só conseguiu vencer sete anos depois a carreira que levava seu nome, por intermédio de Sir Peter Teazle.
GP Cruzeiro do Sul, o nosso Derby
Relatam os historiadores que o GP Cruzeiro do Sul, o Derby carioca, é uma das mais antigas provas clássicas da história do turfe nacional. Disputado pela primeira vez em 1883, foi instituído por sugestão do fundador e depois presidente do Jockey Club, Henrique Germack Possolo, adotando os moldes do Derby inglês, destinado a corredores de 3 anos. Seu primeiro ganhador foi Mascote II, paulista, por Osman e Duchesse, criação de Antônio da Silva Prado e propriedade do empreiteiro Manoel Ubelhardt Lemgruber. A dotação da prova foi de 5 mil contos de réis.
A mudança para a distância clássica
Até 1887 o GP Cruzeiro do Sul foi disputado na distância de 2.000 metros, mas a partir daí passou à milha e meia, distância das provas mais importantes do calendário europeu, tendo como primeiro ganhador o cavalo Plutus. O Derby brasileiro foi disputado no prado de São Francisco Xavier até 1925, vencendo–o, neste ano, o cavalo Tupan, filho de Péricles e Meda, de criação e propriedade de Linneo de Paula Machado. Já no primeiro Derby da Gávea, em 1926, outra vitória de Linneo, através de Questor, filho de Sin Rumbo e Miragaya.
A passagem de segunda para terceira prova
Durante anos o GP Cruzeiro do Sul foi a segunda prova da Tríplice Coroa carioca, o que aconteceu até 1993, quando venceu Sandpit. A partir do ano seguinte, passou a encerrar a disputa pelo título. Em 1966 não foi realizado em razão da frustrada tentativa de se realizar a Tríplice Coroa Brasileira, que acabou não dando certo.
Os craques que venceram os 2.400 metros
Os mais antigos devem recordar de grandes campeões que venceram o Derby. Mossoró, Helíaco, Escorial, Narvik e tantos outros. Os mais jovens não esquecem de Itajara, Sandpit, Old Master, Grimaldi e Super Power, por exemplo. O alazão Old Pretender, em 1988, que encheu de orgulho o titular do Haras Nacional, foi outro inesquecível corredor, com sua cara branca e a marca registrada de Juvenal Machado da Silva.
Em São Paulo, na Mooca, o primeiro Derby, em 1917
Ainda no antigo Hipódromo da Mooca foi disputado pela primeira vez, em 1917, o GP Derby Paulista, que teve como vencedor o cavalo Sunrise II. Em 1941, ano da inauguração do Hipódromo de Cidade Jardim, o ganhador foi Carin, da família Paula Machado. Na galeria de vencedores da importante prova no prado paulista estão Adil, Emerson, Farwell, Eylau, Egoismo, Grimaldi e a égua Jacutinga, entre tantos outros excelentes corredores.
Kentucky Derby, ainda mais antigo
No primeiro sábado de maio será disputado mais um Kentucky Derby, abrindo a Tríplice Coroa americana. Em 1872, visitando a Inglaterra, o americano M.Lewis Clark assistiu ao Derby de Epsom. De lá, seguiu para a França, onde ficou encantando com o Gran Prix de Paris. De volta aos Estados Unidos, decidiu criar uma prova nos mesmos moldes, para corredores de 3 anos. E, em 17 de maio 1875, diante de um público de 10 mil pessoas, foi corrido o primeiro Derby em Kentucky. A prova disputada em 2.400 metros, mesma distância das carreiras européias, teve como vencedor o cavalo Aristides, dirigido pelo jóquei afro–americano Oliver Lewis e treinado por Ansel Williamson. Só a partir de 1896, passou a ser realizada na distância de 2.000 metros, percurso que segue até os dias de hoje.
Em todo o mundo, o respeito pela grande prova
Em todo o planeta, onde existe turfe, a reverência ao Derby é notada. Um ganhador da prova recebe status de campeão e a valorização é enorme. No Brasil existe, por parte de muitos, este sentimento, mas ainda estamos distantes do dia em que respeitaremos de verdade um Derby winner. Domingo, na Gávea, mais uma edição da importante prova será realizada. O êxodo inevitável dos melhores cavalos nacionais esvazia de qualidade as nossas provas importantes. Mas, ainda assim, ganhar um Derby enche de orgulho qualquer criador ou proprietário.
por Marco Aurélio Ribeiro |

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