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Preciosidades: Narvik, o craque maior de um grande Haras 15/04/2010 - 09h30min
Na foto, vemos o craque Narvik, um filho de Antonym e Ciccê (Denbigh), voltando de uma de suas inúmeras grandes vitórias nobres e sendo recebido por sua proprietária, a grande turf–woman Margarida Polak Lara, esposa de seu notável criador, Henrique de Toledo Lara em seu modelar Haras Faxina, um dos fundamentais de nossa história.
Narvik está entre os maiores corredores que o Brasil produziu em todos tempos, tendo feito parte de uma geração maravilhosa como a nascida em 1954, a mesma de outros craques indiscutíveis, como Dulce e Vândalo, por exemplo, com quem proporcionou espetáculos inesquecíveis para os turfistas.
Em 1958, na Gávea, foi o campeão do Derby, o GP Cruzeiro do Sul, derrotando exatamente Vândalo, e a prova central do festival deste final de semana organizado pelo JCB. Também na grama carioca, mas no ano seguinte, fez seus, em record mundial, os três mil metros do GP Brasil (sobre Atlas, Xaveco, Escorial, Endymion e outros), para muitos o maior da história de nossa grandíssima prova, então verdadeiramente internacional.
Neste mesmo ano, em 1959, foi ainda segundo, para Escorial, no histórico e referencial GP Carlos Pellegrini, na grama (pesadíssima) de San Isidro, o primeiro feito internacional maravilhoso que o nosso turfe alcançou.
Por isso, a ele e a seu esplêndido criador (também homenageado com um GP neste domingo), nossas saudades, nossos aplausos e nossos agradecimentos.
da Redação

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