


Colunista:
Mais um show de Bright
Halo em Maroñas 04/05/2008 - 14h05min
Grande favorita de quase devolução (1,05), a égua brasleira Bright Halo deu mais um show
ao vencer, de galope, por dois corpos e meio o Clásico Ministerio de Economia y Finanzas, em 2.000 metros,
principal atração do programa realizado, ontem, no Hipódromo de Maroñas. Conduzida por Carlos Méndez, não tomou
conhecimento das adversárias, deixando na segunda colocação a argentina La Galante. A ganhadora, filha de Spring
Halo e Bright Blue (Bright Again), criação do Haras Cruz de Pedra e propriedade do Stud San Diego Stone Cross, foi
apresentada pelo treinador Nelson Migues e marcou o tempo de 125s13. Considerada a melhor potranca de 2007, tem
campanha irretocável: seis vitórias (cinco clássicas), em oito apresentações no turfe
uruguaio.
MAIS DUAS – Dois corredores nascidos e criados no Brasil venceram na corrida
de ontem, em Maroñas. No terceiro páreo, para produtos de 5 anos até quatro vitórias levou a melhor Glint,
com J.D.Austria. Trata–se de um filho de Romarin e Positive Assertion (Affirmed), criação do Haras Torrão de Ouro
e propriedade do Stud Los Viejos. Teinado por Pablo Morales, derrotou seis adversários em 60s43. No 9° páreo, em
1.400 metros, para potrancas de 2 anos, perdedoras, venceu Conchita Peres, dirigida por Everton Rodrigues. A
ganhadora é filha de Confidential Talk e Sete da Armada (Phone Trick), criação e propridade do Haras Bagé do Sul.
Foi apresentada por Ivo Válter Pereira e bateu cinco rivais na marca de 87s57.
GRUPO
III – Após o que pode ser considerado um ótimo resultado, o sexto lugar no GP Latino, realizado em
Monterrico, no Peru, o cavalo brasileiro Bucaneer, do Haras Belmont, reaparece como forte candidato no Clásico
Carlos Pellegrini, prova do Grupo III, em 2.400 metros, destaque do programa de 12 páreos, marcado para esta tarde
no Hipódromo de Maroñas. No campo da prova está o poderoso Potri Flash, múltiplo ganhador clássico no Uruguai e na
Argentina e também outros dois brasileiros, Relento e Ptprince, além de Pasolini e
Antiquario.
por Marco Aurélio Ribeiro

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