


Colunista:
O bisneto do criador do Sweepstake 29/04/2008 - 20h22min
A apenas 30 dias da eleição para a nova diretoria
do Jockey Club Brasileiro, vozes importantes e tradicionais da entidade se levantam em defesa da candidatura de
Claudio Ramos, a que se identifica com as corridas e com a criação da raça PSI no país,
predicados flagrantes no Estatuto do JCB e cujo fomento é obrigatório diante da concessão outorgada pelo
Ministério da Agricultura.
Voz influente no turfe brasileiro, à frente do respeitável sobrenome Peixoto
de Castro nas ações ligadas à atividade, Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares Filho, o PC, é alvo de destacada
matéria no site “União JCB” – www.uniaojcb.com.br, veículo
eletrônico que representa a oposição no pleito previsto para o final de maio.
Transcrevemos, a seguir,
na íntegra.
Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares Filho, formado em Direito, empresário na
área comercial, tem uma longa história com o turfe: freqüenta o Hipódromo desde os 5 anos de idade e é bisneto de
Antonio Joaquim Peixoto de Castro Jr., um dos criadores do Sweepstake.
Este jovem turfista, casado com
Juliana Maria, há pouco, ganhou o filho João Paulo, que acaba de completar 2 meses.
Paulo Cesar recebeu
o título do Jockey de seu pai quando fez 15 anos. E além de ir sempre ao JCB, joga golfe no Gávea.
A
paixão por cavalos começou com seus bisavós, Antonio Joaquim e Zélia. Tanto que os dois têm prêmios com seus
nomes, corridos no mesmo dia: o Grande Prêmio Antonio Joaquim Peixoto de Castro Jr., do grupo 2, e o Zélia Gonzaga
Peixoto de Castro, terceira prova da tríplice coroa de éguas, grupo 1, no Hipódromo da Gávea.
Seu pai
Paulo Cesar e o tio Antonio Joaquim são donos da Fazenda Mondesir, em Bagé, RS. E Paulo Cesar Filho é responsável
por toda a operação com os PSI, no Brasil e no exterior. Eles têm 65 éguas matrizes em Bagé e um sortudo garanhão,
o reprodutor Nedawi. E ainda mais 15 éguas na Argentina, em Mar del Plata. Os PSIs do Mondesir reúnem vários
campeões no plantel.
Paulo Cesar costumava ir ao hipódromo convidando vários amigos. Mas, hoje, acha
constrangedor convidar a galera.
“Fora a beleza natural do Hipódromo da Gávea, o local está em condições
bastante ruins, com serviço a desejar, comida idem, espaços abandonados. Fico constrangido em chamar meus amigos e
eles notarem essa decadência. Isto também afeta outros freqüentadores que se reuniam por lá. E afugenta,
inclusive, os turfistas em geral.”
Paulo Cesar já foi freqüentador assíduo da garagem do JCB e,
atualmente, vai sempre ao Clube da Lagoa. Caminha na pista de cooper, joga futebol, tênis e prefere não ir à
piscina, pois está sempre cheia demais e o serviço não atende às demandas. Quanto ao complexo gastronômico, diz:
“Foi mal planejado. Eu até gosto dos restaurantes, principalmente do japonês. Mas tudo deveria ser
menor, apenas para sócios e seus convidados. O ideal é que o complexo tivesse sido montado no Hipódromo da Gávea.
Ali, além de gerar público e renda para os administradores, não haveria conflitos entre sócios e não–sócios. Todo
mundo poderia freqüentar e ninguém iria escapar para a piscina do clube, “disfarçado” de sócio”.
Sobre
o Jockey Club em geral, comenta:
“Fico horrorizado com a Sede Social do Centro. Tudo caindo aos
pedaços. Vejo defeitos de gerenciamento em todas as áreas do JCB. E, agora, a atual administração vem tentando
disfarçar esse descaso, com obras totalmente eleitoreiras, consertando coisas que o pessoal pedia há muito tempo,
às vésperas das eleições.”
Paulo Cesar lamenta o abandono do Hipódromo:
“O abandono é total.
As carreiras não têm nenhum profissionalismo operacional, as raias estão em péssimo estado, os prêmios são
baixíssimos. Não há critério na chamada dos páreos e também na programação, tanto a comum como a clássica. Não há
integração com o JC de São Paulo. É uma pena. E a decadência tira o interesse das pessoas.”
Ele compara
o hipódromo do Rio com o do Jockey Club de São Paulo:
O Jockey Club de São Paulo vive suas
dificuldades. Mas a diferença de qualidade é bem grande. Mesmo com essas dificuldades, em São Paulo, as
instalações do Hipódromo de Cidade Jardim são ótimas, o serviço funciona, o restaurante é excelente. Aos sábados,
as famílias lotam o local, muitas pessoas que nem são ligadas ao turfe. Mas com a organização de tudo e a
qualidade, ir ao Jockey se torna um programa sempre agradável.”
E fala sobre Claudio
Ramos:
“Claudio é uma pessoa de ótimo nível e caráter, sério em suas intenções, competente e muito
simpático. Tem todos os atributos para ser Presidente do Jockey: ele e sua família freqüentam o Clube, seus filhos
foram criados no Clube da Lagoa. Ele conhece todas as qualidades do JCB, seus defeitos e, certamente, sabe o que
pode melhorar e, quando eleito, vai agir.Outro dado importante: Claudio é criador de PSI e fará um bem enorme para
o segmento do turfe."
fonte: site "União JCB" –
www.uniaojcb.com.br

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