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Diretoria do Jockey quer que sócios aprovem prejuízo de 42 milhões [21/05/2015]

Prezados sócios

O Jockey Club Brasileiro está lhe convidando para comparecer à Assembleia Geral Ordinária do próximo dia 28 de maio para aprovar¹ as contas e os atos da diretoria do ano de 2014.

Parece incrível, mas em edital publicado no dia 13 de maio a diretoria do Jockey pede que você e os demais sócios aprovem¹ contas que apresentam um prejuízo hípico de 42,790² milhões cuja maior parte, ou seja, 70% foram cobertas por taxas compulsoriamente cobradas de você e de outros sócios².

Essa não é a primeira vez que uma diretoria apresenta contas com prejuízo, mas é sem dúvida alguma o maior prejuízo já apresentado na história do Jockey. No último ano da gestão anterior o prejuízo foi de 21,584 milhões. Em somente três anos de mandato Palermo conseguiu dobrar o prejuízo do turfe.

Em 2012, primeiro ano da atual gestão, o prejuízo hípico já foi maior, 26,580 milhões, em 2013 subiu para 36,129 e agora, em 2014, atinge 42,790. Um crescimento de 60,98%.

Ao todo, os crescentes e sucessivos prejuízos hípicos da atual gestão já chegam a mais de cem milhões de reais, ou exatamente 105,499 milhões. E quase todo esse dinheiro foi coberto por você e pelos demais sócios.

Se você como nós acha inaceitável essa situação não deixe de comparecer a assembleia para evitar que Palermo e seus 62 diretores aprovem sozinhos suas próprias contas. Parece incrível, mas no Jockey os diretores podem aprovar suas próprias contas e, sem a sua presença, eles certamente as aprovarão.

Para ajudar na sua decisão fazemos a seguir algumas considerações sobre os resultados apresentados pela diretoria no Relatório Anual 2014.

A origem do megaprejuízo

Na Mensagem do Presidente, inserida na página 3 do Plano de Investimentos 2013-2016, Palermo, coloca que o intolerável prejuízo gerado pelo setor hípico do Jockey seria resolvido ao ampliar as receitas e aumentar o Movimento Geral de Apostas através da introdução de novas tecnologias e da revitalização da estrutura existente.

Infelizmente nada disso aconteceu. As receitas hípicas, publicadas no Relatório anual 2014, caíram em vez de subir; a revitalização das estruturas resultou em um grande aumento do prejuízo; a sede da Lagoa foi sacrificada e a sede do Centro acabou.

Na página 4 do Relatório observamos que a receita hípica que deveria subir acabou caindo. O Movimento Geral de Apostas caiu 5,8%, a Receita de corridas caiu 9,1% e as premiações dos criadores, proprietários e profissionais do turfe caíram 2,6%.



JCB - Uma peça de campanha com direito a aprovação das contas [19/05/2015]

Tem gerado muita polêmica um material que acaba de chegar à casa dos sócios do JCB na semana que antecede a “Prestação de Contas”, evento que este ano, particularmente, está sendo muito aguardado por parte de uma boa parcela do Quadro Social, que acaba comparando-o com os programas de televisão de um conhecido partido político que tenta passar uma imagem completamente adversa da realidade que estão metidos.  

“Prestar Contas” não é um mero dispositivo estatutário criado pela modernidade. A Bíblia já mostrava no Novo Testamento (Mt:25) que o senhor da vida pedia informações sobre as providências que foram adotadas em relação as moedas recebidas na “Parábola dos talentos”; 

A “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão” de 1789, documento basilar da Revolução Francesa, já asseverava que todos os cidadãos teriam direito de verificar, por si ou pelos seus representantes (opção que o JCB não aceita) o emprego dos seus recursos; 

A Constituição Federal de 1988 indica o dever de prestar contas de forma límpida, restando escrito no parágrafo único do Artigo 70 que “Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos...”.

No Jockey Club Brasileiro este evento vem acumulando, ao longo da existência do clube, fatos muito curiosos. Como a diretoria é formada por mais de 70 nomes, na prática, o que sempre se viu, na contramão da moral e da ética, foi a própria administração, presente em massa, aprovando as suas próprias contas, algo que um Estatuto ultrapassado, não modificado propositalmente, em completo desalinho com o novo Código de Processo Civil, permite ao arrepio do bom senso.  

Este ano a novidade decorre do fato de que a atual administração do JCB, na ânsia de tentar aprovar um dos “balanços” mais controvertidos de todos os tempos, ainda abalada com a recente “Desaprovação das Contas” existentes no processo de retrofit da sede do centro, igualmente um dos mais intransparentes, sombrios, confusos e duvidosos projetos já apresentados nesta instituição, tenta valer-se da expertise não de técnicos em contabilidade, mas de um grupo de jornalistas, sócios de uma das maiores empresas de comunicação da América Latina: a “APPROACH”, constituída com a finalidade de produzir conteúdo que gere valor agregado para marcas e negócios, buscando incremento de ações e acionistas, atuando para as maiores empresas do país.

O atual presidente, movido pela decisão já declarada de manter-se no poder (pelo visto a qualquer custo) trocou o que poderia ser uma transparente amostragem sobre a real destinação dos recursos captados dos associados – a maior arrecadação compulsória da história do JCB -, por um livro de marketing, (atendendo também pelo nome de “Peça de Campanha”), assinado por consagrados comunicadores que tentam colocar uma “cortina de fumaça” sobre um balanço hostil que revela um prejuízo de R$ 43.790.000,00 (quarenta e três milhões, setecentos e noventa mil reais) na principal atividade do clube. 

A peça esconde, debaixo de um tapete publicitário, uma série de gastos inconsequentes, como a própria contratação desta importante empresa de comunicação acostumada a produzir conteúdos com finalidade diversa ao que os sócios esperam contratada com a missão óbvia de tentar conduzir Carlos Eduardo Palermo a um segundo mandato, que por sua vez, desta feita, não mais se utilizaria de recursos oriundos de “correligionários”, mas, sim, de todos os associados do JCB, criando uma espécie de “imposto” em seu próprio benefício.

Torna-se, portanto, decisiva a participação maciça do quadro social, no próximo dia 28, às 17:30, no Salão Nobre da Sede da Lagoa, para ouvir, entender e deliberar sobre as “Contas” do JCB referentes ao exercício 2014, ano negro para um clube que ao amargar momentos de raro abandono institucional encontra-se, agora, diante de uma tentativa de persuasão através de uma brochura que tende apenas a produzir uma ótima embalagem para um péssimo produto.

Diretoria ACPCPSI






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