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Presidente José Vecchio Filho conta como foi planejado o ‘Desafio’ [17/09/2014]

JCRGS

“Todos querem saber como o Jockey Club do Rio Grande do Sul, entidade que esteve à beira do fechamento nos estertores da década de 90, reergueu-se e coroa seu renascimento com a realização de um desafio entre os maiores jóqueis do mundo, isso em tempos de pista nova, recuperação da iluminação, expectativa da nova pista externa e da Vila Hípica. A resposta é união”, sintetizou o dirigente.

“Aqui os pessimistas não são comemorados como se fossem os grandes pensadores do turfe. Nossas respostas aos reveses que sofremos são trabalho e inovação. A crise ensinou o Jockey Club do Rio Grande do Sul a viver modestamente. Temos um quadro funcional enxuto, pagamos prêmios possíveis, porém no dia seguinte às corridas, e inovamos no campo das apostas e dos eventos. Se há falta de recursos, sobram ideias e é através da vontade que nos superamos a cada dia”, prosseguiu Vecchio.

“Numa dessas quintas-feiras turfísticas, o jornalista Marcos Rizzon me perguntou por que não tentávamos realizar um desafio entre Ricardo e Baze no Cristal? De pronto, respondi: tá bebendo, Rizzon? Que eu saiba tua paixão é o refrigerante. Mesmo descrente da ideia, disse-lhe que a tocasse pra frente. Na semana seguinte, Michael Burns, empresário do nosso T. J. Pereira nos EUA, após contato com o Rizzon já nos colocava em linha com o empresário do Baze. Foi muito mais fácil do que imaginávamos e sequer esperávamos que o astro Russell Baze fosse tão acessível e cortês. E o Ricardinho? Bem, esse iluminado da arte das rédeas de pronto aceitou o convite. Por sinal, sempre que é convidado e pode, ele vem montar no Cristal. Mesmo em épocas ruins, jamais nos abandonou. Assim nascia o desafio!”, exclamou o presidente do Jockey gaúcho, que prossegue com sua narrativa.

“Fiz essa regressão fática apenas para ilustrar que o desafio surgiu a partir da ideia de um jornalista maluco, acolhida por dirigentes insanos e aceita por dois jóqueis doidos, porque tentar fazer no Cristal o que ninguém fez no mundo todo é uma loucura”, avaliou o dirigente.

“É hora de curtirmos o momento, de torcermos para que tudo dê certo - e vai dar -, sempre com o pensamento de que fazer turfe é difícil e trabalhoso, mas perfeitamente possível, bastando que não se dê ouvidos aos pessimistas. Que também se escute mesmo ideias que, ao primeiro momento, parecem malucas e que se trabalhe loucamente para realizar o que por vezes parece impossível”, finalizou José Vecchio Filho, que vibra com a ação e garante que fará de tudo para que a data de 18 de setembro seja inesquecível no mundo do turfe.

Transcrito do site do Jockey do Rio Grande do Sul



Jorge Ricardo, um exemplo de tenacidade e de amor à profissão [17/09/2014]

LuizMelão

Aos 52 anos, Jorge Antônio Ricardo, carioca do Leblon, torcedor do Botafogo e jóquei brasileiro mais vitorioso de todos os tempos, é um homem rico. Mas sua maior fortuna não é o dinheiro nem os imóveis que conseguiu acumular depois de mais de 12.300 vitórias, em 38 anos de carreira. Suas maiores riquezas são a moral, a decência, a lealdade, a dignidade e o sublime amor à sua profissão. Amanhã, no Hipódromo do Cristal, em Porto Alegre, ele vai travar um duelo histórico com outro senhor de mais de 50 anos, como ele. Russell Baze, um canadense com saúde de ferro e com força de vontade e paixão pelas rédeas, igualmente proporcionais às dele. Esses dois ícones do turfe mundial, os dois maiores ganhadores de páreos de todos os tempos, são exemplos para as novas gerações de jóqueis. Exemplo de como o trabalho, a profissão e a perseverança está acima de qualquer bem material.

Jorge Ricardo nunca teve moleza em sua vida profissional. Seu pai, Antônio Ricardo, freio de classe internacional, travou duelos memoráveis com o lendário Luiz Rigoni e com os famosos “chilenos” Juan Marchant, Francisco Irigoyen, Oswaldo Ulloa e Luiz Dias e foi sempre um professor exigente. Preparou o filho de forma incansável na parte técnica. E fez questão de ressaltar, para o filho, os próprios erros na vida pessoal e profissional, fazendo-o jurar não cometê-los. Nascido em 1961, Ricardinho debutou no turfe, como aprendiz, em 1976. E o fez com vitória no dorso de Taim, propriedade de Israel Poyastro e preparado com carinho pelo pai, para que o filho sonhador que queria ser tão bom quanto ele, sentisse logo o sabor de vencer. Jorge Ricardo provou o paladar da vitória. Nunca mais outro ser humano na face da Terra gostou de ganhar mais do que ele.

Depois de encarar um professor carrasco na figura do pai, Ricardinho pegou na raia um rival do tope do alagoano Juvenal Machado da Silva, com certeza um dos mais talentosos e geniais jóqueis de toda a história do turfe nacional. Por coincidência, a primeira vitória de Juvenal na estatística, em 1976, foi obtida na primeira temporada de Ricardinho nas pistas. Até 1981, Juvenal manteve a hegemonia na Gávea. Em 1982, num duelo titânico que só acabou na última reunião da temporada, Jorge Ricardo superou o fenomenal nordestino. E daí em diante, por 24 anos, até se transferir para o turfe argentino, em 2006, Jorge Ricardo reinou absoluto. Foram recordes sul-americanos, estatísticas, clássicos etc. Em Buenos Aires, Ricardinho alcançou e ultrapassou Russell Baze. Um linfoma, porém, o tirou de circulação por quase um ano e o levou para as sessões de quimioterapia. Ricardo derrotou o câncer e voltou a montar. Baze já sabia de sua existência e tratou de fugir na frente. Ricardo, mais vez, o superou. Depois de tirar boa margem sobre o oponente, um acidente em que sofreu várias fraturas no cotovelo direito o afastou das competições.

Mais uma vez Russel Baze voltou à liderança mundial. Agora, Jorge Ricardo tem tido enorme dificuldade para descontar. Baze continua seu reinado absoluto no Hipódromo de Golden Gate Fields, com quatro reuniões semanais apenas, mas em páreos com poucos concorrentes em que ele monta quase todos os favoritos. Ricardo precisa enfrentar Pablo Falero, Altair Domingos, Francisco Leandro, Edwin Talaverano, Anselmo Zaccharias, Eduardo Pavon Ortega, Juan Villagra, enfim a nata do turfe sul-americano em provas de campos numerosos, em dois hipódromos internacionais: San Isidro e Palermo.

Às voltas com uma artrose no ombro e a recuperação gradativa da flexibilidade no cotovelo, Ricardo continua na luta intensa pelo topo do mundo. Uma luta dramática, sofrida, obstinada e heroica. Tem pela frente um adversário duro, incansável e que não se mostra disposto a perder pela terceira vez sua posição extraordinária de maior ganhador de páreos de todos os tempos. Todo turfista brasileiro deve fazer o possível para viver essa tarde histórica no Cristal. Porto Alegre vai presenciar um encontro de heróis. Um encontro de duas lendas do turfe mundial em pleno solo brasileiro. Parabéns, turfe gaúcho! Parabéns, Russell Baze! Obrigado, Jorge Ricardo!

por Paulo Gama



“Os Números da Criação Brasileira (1970–2013)” por José C. F. Pires Jr [16/09/2014]

Estamos atualizando a série histórica de "Os Números da Criação Brasileira" período 1970-2013, já que o Stud Book Brasileiro acaba de liberar os dados referentes a 2013, assim como a recontagem de 2012. Esses números estão sujeitos a ajustes (variação positiva) de mais ou menos 4%, aproximadamente.

Os números mostram que:

- no item "Nº de éguas", o número (3.313) voltou a cair em 2013; queda de cerca de 9 %. 

- o do "Nº de Garanhões", (213), queda de cerca de 9 %. 

- o "Nº de Produtos" nascidos tambem voltou a cair em 2013 (2.686), queda de cerca de 6 %. 

- e o Nº de Criadores" (352) apresentou um acréscimo de cerca de 4%. Isto se deve a redução de grandes e médios plantéis por valores de preços baixos, ocasionando um sazonal acréscimo de Criadores.

Infelizmente, a crise na Criação Brasileira ainda persiste e é motivo de grande preocupação.

Óbviamente, várias análises poderão ser feitas com esses dados, mas deixo para o leitor a tarefa de fazê-las.

Saudações turfísticas,

José Carlos Fragoso Pires Júnior



Jockey gaúcho dá um show de competência [16/09/2014]

Divulgação JCRGS

A administração de José Vecchio Filho no Jockey Club do Rio Grande do Sul está dando mais um show de competência, tanto em termos de divulgação do turfe, quanto no sentido de motivar o público a ir para o Hipódromo do Cristal. Esta semana é um exemplo cristalino dessas assertivas. Para a próxima quinta-feira, dia 18 de setembro, foi formado um programa com 12 páreos (como não se vê há muito nos principais hipódromos brasileiros), nele embutido uma atração que mobiliza todo o mundo turfístico, pois pela primeira vez os dois jóqueis que lideram (há muito tempo e com grande folga) o ranking mundial de vitórias - com uma bagagem impressionante de mais de 12 mil vitórias - estarão medindo forças: o brasileiro (e carioca) Jorge Ricardo e o canadense Russell Baze, que se aproveitou das paradas forçadas por sérios problemas de saúde e pela mais grave contusão sofrida pelo brasileiro para assumir a liderança, abrindo vantagem de cerca de 100 vitórias sobre Ricardo.

E o Jockey gaúcho não está “apenas” realizando um grande evento. Vai também se valendo dele para infestar as ruas de Porto Alegre de propagandas de todos os tipos, convocando o público a participar do momento especial e, dessa forma, também aproveitando para divulgar o esporte e aproveitando uma polarização que é feita com sucesso desde os primórdios da humanidade: um duelo de titãs. A mobilização nos remete à criação do Grande Prêmio Brasil, no longínquo ano de 1933, quando uma multidão compareceu para assistir de perto aos melhores cavalos do mundo numa competição bem dotada.

Não é de hoje que a administração do Jockey gaúcho dá mostras de sua competência. Para motivar proprietários e profissionais, teve forças para (e coragem) para aumentar o valor dos prêmios e para reformar as pistas de corridas. A de grama ainda está em obras, mas a de areia já é de uma qualidade que faz com que cavalos de todas as partes venham correr em Porto Alegre. Os programas também têm sido interessantes para o público apostador, pois além da natural possibilidade de obter ganhos mais altos (pelos campos mais numerosos dos páreos), a fórmula de dar garantias no total de quase todas as apostas e bonificações ao nível dos principais hipódromos do País têm atraído os apostadores, com reflexo direto no movimento de apostas.

É simples, mas curioso, pois os demais dirigentes de hipódromos brasileiros não pensaram na possibilidade de promover o desafio Ricardo x Baze, ou o fizeram com atraso. Prevaleceu a lei do Velho Oeste: quem sacou primeiro, levou vantagem. O custo do evento não seria nenhuma barreira - certamente estaria ao alcance de outros hipódromos brasileiros - e os reflexos dessa ação certamente produzirão frutos interessantes.

Méritos para o turfe gaúcho, mais uma vez de parabéns.

da Redação

 

PERFIS DOS DESAFIANTES

JORGE RICARDO

Nasceu no Rio de Janeiro, no dia 30 de setembro de 1961. Ganhou pela primeira vez (11/11/1976) com o cavalo Taim, treinado por seu pai, Antonio Ricardo. Desde 1982, ganhou 28 estatísticas, 26 no Brasil e duas na Argentina. Na temporada 1992/1993 bateu o recorde brasileiro: 477 vitórias num ano.

Atualmente, atua em três hipódromos argentinos: Palermo, San Isidro e La Plata. Além do Brasil, já montou na Argentina (onde está sediado), no Peru, no Uruguai, no Chile, nos Estados Unidos, na França e na Inglaterra. Venceu clássicos internacionais do Grupo I em todos os países latinos que atuou. Tem mais de 130 vitórias em provas do Grupo I e é pentacampeão do GP Associação Latino-Americana de Jockey Clubs, prova em que seus perseguidores mais imediatos conseguiram apenas duas vitórias.

Much Better, do Stud TNT, foi o melhor cavalo que Ricardo diz ter conduzido. Sua meta é passar para a história do turfe como o jóquei maior ganhador de todos os tempos e afirma que só pensa em se aposentar quando reassumir o topo do mundo e após Russell Baze parar de montar.

Na temporada de 2008, Ricardo conquistou 467 triunfos e bateu, pela segunda vez consecutiva, o recorde argentino de vitórias em um ano. No dia 9 de janeiro de 2008, tornou-se o primeiro jóquei na história a alcançar a marca de 10.000 êxitos. No dia 16 de dezembro de 2010 chegou às 11.000 vitórias e em maio de 2013 tornou-se o primeiro jóquei do mundo a atingir a marca de 12 mil vitórias.

RUSSELL BAZE

Nasceu em Vancouver (Canadá), no dia 7 de agosto de 1958. Ganhou, pela primeira vez (28/10/1974) com o cavalo Oregon Warrior, treinado por seu pai, Joe Baze. Ganhou a estatística anual dos Estados Unidos 11 vezes, a última em 2009.

Atuando, principalmente, nos hipódromos do norte da Califórnia (EUA), Baze ultrapassou os 400 triunfos anuais por 12 vezes, batendo todos os recordes nos Estados Unidos. No entanto, conquistou apenas cinco provas clássicas de Grupo I em toda sua extensa campanha. Suas vitórias mais importantes foram conseguidas com o cavalo Lost in the Fog.

Baze alcançou os seguintes reconhecimentos: George Wolf Memorial Jockey Award (2002), Issac Murphy Award (de 1995 a 2003 e de 2005 a 2008) e o Eclipse Special Award (1995). Em 1999, ingressou no Salão da Fama  (National Museum of Racing and Hall of Fame). No dia 1º de fevereiro de 2008, chegou à marca de 10.000 triunfos, em 14 de agosto de 2010, atingiu a marca de 11.000 triunfos e em junho de 2013 chegou às 12 mil vitórias.

da Redação



Gávea forma um total de 37 páreos para esta semana [15/09/2014]

O Jockey Club Brasileiro formou um total de 37 páreos para o conjunto de reuniões desta semana, no Hipódromo Brasileiro. São oito páreos (todos na areia) para sexta-feira (19/09), dez (todos na grama) para sábado (20/09), dez (todos na grama) para domingo (21/09) e nove (quatro deles programados para a pista de grama) para a noturna de segunda-feira (22/09).

As principais atrações da semana são as duas Copas Leilões Jockey Club Brasileiro (uma versão para potrancas e outra para potros), no sábado, e a Prova Especial Platina, no domingo.

A versão potrancas da Copa Leilões Jockey Club Brasileiro - Mário Cerqueira Teixeira de Souza, em 1.600 metros na grama, recebeu as seguintes 12 inscrições: COLORADO GIRL 57 (1)/ OLD TOWN 57 (2)/ PASSE LIVRE 57 (3)/ GATA DO VIZINHO 57 (4)/ JANUARY JONES 57 (5)/ IN LOVE WITH YOU 57 (6)/ CAROL’S JULIA 57 (7)/ OPERA GARDEN 57 (8)/ INDIA NEGRA 57 (9)/ TA-MALUCA 57 (10)/ ÓPERA BASTILLE 57 (12)/ STAR ALICE 57 (11).

Na versão potros, da Copa Leilões Jockey Club Brasileiro - Mário Jorge e Moacyr de Carvalho, na mesma pista e distância, foram inscritos os seguintes sete potros de 3 anos: FICTION AWAY 57 (1)/ QUINHÃO 57 (2)/ COMBUSTIBLE 57 (3)/ COMANDANTE DODGE 57 (4)/ ICONE DO VALE 57 (5)/ JUSTICER 57 (6)/ MR. MAGIC 57 (7).

Nos 2.000 metros, grama, da Prova Especial Platina, sete competidoras inscritas: QUEEN OF NIGHT 58 (1)/ TATTINGER 56 (2)/ ALTA DEFINIÇÃO 58 (3)/ AINDA MELHOR 58 (4)/ ENERGIA FORMIDÁVEL 58 (5)/ PETITE MAQUETTE 56 (6).

da Redação






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As provas clássicas ao longo dos anos

Grande Prêmio Carlos Gilberto e Carlos Telles da Rocha Faria (GII) - Gávea - 14/09/2014



Grande Prêmio Professor Nova Monteiro (GIII) - Gávea - 15/09/2014

















12.267

12.365

























  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês