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Visgo - Coudelaria Lucas

My Private Dancer - Coudelaria Alencar

Farfarella Mia - Álvaro Alves de Matos Júnior

Óleo Leve - Haras The Best

The Best Winter - Haras The Best

Swiss Champ - Lídio Edgardo Lobo Araujo

No Brake - Haras Cruz de Pedra

Princess Famous - Coudelaria Palura Mirim

Dominant Fighter - Haras The Best

Reatret Famous - Stud Los Angeles

Tango’s Bar - Stud Absolut

Papão - Edmundo de Cesaro Musa

Glória Azul - Stud Chico City II

Capitão Olímpico - Stud Turf Paixão

Fair Class - Stud Rafael A. Salomão

Souchard - Sinval Domingues de Araújo

Terranea - Edmundo de Cesaro Musa

Kinley - Sinval Domingues de Araújo

Red Stone - Stud Golden Horses

Extra Champ - Stud Gargamel

Eleita do Sinvas - Sinval Domingues de Araújo

Bossa Velha - Stud Golden Horses

Burca da Serra - Lídio Edgardo Lobo Araújo

Visgo - Coudelaria Lucas

Princess Famous - Coudelaria Palura Mirim

Pride Runner - Stud Golden Horses

Jagger - Sinval Domingues de Araújo

Vientos Del Aire - Jorge Olympio Teixeira dos Santos

Fair Class - Stud Rafael A. Salomão

Pride Runner - Stud Golden Horses


RJ: Potrancas da nova geração se enfrentam em Listed - [28/01/2012]

Gerson Martins

Vai Rolar terá a condução de Marcelo Cardoso

Onze carreiras bem equilibradas formam a reunião deste sábado, no Hipódromo da Gávea, com início programado para as 14 horas e 45 minutos. O destaque da reunião é o Clássico Ministério da Agricultura (L.), quinta prova, para potrancas de 2 anos, em 1.200 metros, pista de areia.

Após cumprir destacada atuação na estréia, Vai Rolar (Giant’s Causeway), de criação e propriedade do Stud TNT, surge como força da prova. M.Cardoso estará no comando das rédeas e apresentação de V.Nahid.

High Jinks (Crimson Tide), criação e propriedade da Coudelaria Jéssica, está bem balizada, tem a vantagem de já ser corrida e fica como segundo nome na prova. Garota (First American), Lady May Anne (Impression) e La Guest (Notable Guest) completam o campo da carreira.

O simulcasting com o Hipódromo de Cidade Jardim (onze páreos) começa às 14 horas e 30 minutos.

A seguir, comentários e indicações. Boa sorte!



Em Cidade Jardim, Caro Bebeto tem destaque na melhor prova - [28/01/2012]

Roberval de Melo - Planeta Turfe

Caro Bebeto pode atropelar e levar a melhor

Mais uma jornada em Cidade Jardim, composta por onze páreos. Como habitualmente as carreiras têm início programado para as 14 horas e 30 minutos. O Simulcasting com a Gávea, que também é palco de onze provas, larga às 14 horas e 45 minutos.

Sem nenhuma prova do calendário clássico, o páreo com maior nível técnico do dia fica é o nono do programa, onde produtos de três e mais anos se enfrentarão no percurso de 1400 metros em pista de areia. Pela sua grande regularidade, Caro Bebeto (Notation), criação do Stud Capitão e propriedade do Sr. Marcelo Catunda Parente, pode atropelar com grande vigor e ser uma pule mais interessante.

Ufergis (Dodge), criação do Haras Anderson e propriedade do Stud P K B, já mostrou excelentes atuações em pista de areia e por conta disso pinta como grande diferença. Saberete (Wild Event), criação do Haras Santa Maria de Araras e propriedade do Stud Rodrigues da Costa, vem de convincente vitória e produzindo tudo o que sabe, não pode ser menosprezado, ficando como perigoso terceiro nome.

A seguir, comentários e indicações. Boa sorte!



JCB PRESTÍGIO ZERO! - [24/01/2012]

Já houve tempo em que o Jockey Club Brasileiro representava alguma coisa para as autoridades do país. Hoje representa muito pouco, quase nada.

Como também, já houve tempo em que o título patrimonial do clube valia alguma coisa. Hoje vale muito pouco, quase nada se comparado com o preço dos títulos de clubes muito menores e menos importantes que ele – embora seguramente muito mais bem administrados.

A que se deve a atual falta de representatividade e de importância do Jockey Club Brasileiro?

Deve-se a vários fatores, mas um deles certamente é a absoluta ausência de prestígio pessoal dos atuais dirigentes. Não há como negar que uma coisa vincula diretamente a outra. Em essência, porém, o Jockey Club Brasileiro deixou de ser o que era no momento em que começou a perder o respeito por si próprio. E as inexoráveis consequências disso estão aí, aos olhos de todos.

Ao ponto de, no último fim de semana, termos assistido a mais uma cena insólita, quando o proprietário do animal vencedor do GP Prefeitura do Rio de Janeiro (Gr. III) pediu o microfone para, com razão, anotar a ausência do Sr. Prefeito, ou de qualquer representante dele, na cerimônia de entrega das taças da prova.

Entretanto, mais insólita ainda, foi a justificativa do presidente do clube, afirmando que o cerimonial do Prefeito havia lhe telefonado, “pouco antes”, justificando sua ausência, em vista de um “contratempo” surgido durante as comemorações do dia da cidade. Um “contratempo...” Pois é.

Infelizmente, o presidente do JCB não conseguiu explicar a ausência de qualquer outro representante da Prefeitura no evento. Nem de um modesto assessor que fosse, ou de um modesto funcionário da municipalidade. Qualquer um. Nada, ninguém apareceu. Absolutamente ninguém da Prefeitura, foi visto no JCB no dia em que a instituição homenageava o município onde se localiza, com uma prova de seu calendário clássico.

Este é um fato inédito nos anais do clube. O que só corrobora a impressão de que o desprestígio da sociedade se atrelou, definitivamente, virou caudatário, do desprestígio de seus atuais dirigentes, que hoje é amplo, geral e irrestrito.

Chegamos ao fundo do poço. Se é que esse poço tem fundo.

O que entristece, porém, é que a presidência do JCB poderia muito bem ter poupado a instituição, designando alguém, ou mesmo um profissional de seu quadro para entregar as taças, ao invés de pretender enganar a todos, ao vivo, e pela TV, com mais uma desculpa esfarrapada. Logo ele, que também raramente é visto no hipódromo.

Mas o que o JCB teria para mostrar ao Prefeito da cidade? Pouco, muito pouco.

No máximo, uma vaga e nostálgica idéia do que foi um dia, agora que sua antiga majestade vai se perdendo noite adentro, ainda que acariciada pelos sorrisos de ontem. Desse JCB de janeiro de 2012, só o que resta são os sorrisos e a memória do ambiente fraterno de ontem.

E assim, de erro em erro, de equívoco em equívoco, essa equivocada administração conseguiu o que parecia impossível: transformar o JCB em um crepúsculo neutro, onde o dia e a noite se amesquinham e se igualam.

Onde os panos rasgados que pendem do teto do último gigantesco mafuá montado no peão do prado, ainda estão lá. Não bastasse o monstruoso esqueleto, que impede, semanas depois de acabado o arraial, a visão das corridas da Gávea.

É isso, e mais nada, o que o JCB e essa administração têm para mostrar. Pois o resto em torno, são os monstruosos silêncios de tribunas imundas, dilapidadas, transformadas em um mero prolongamento da rua, onde qualquer um entra como e quando quiser.

Do Jockey Club Brasileiro, hoje o que resta é um clube tentando desesperadamente enxergar quem são seus atuais dirigentes por detrás deles e de suas ações para degradá-lo ainda mais, e quem ele é, realmente, por detrás de si.

E o que ele é, é muito melhor e muito mais nobre que seus atuais dirigentes.

No dia em que o JCB exigir sua aurora, arrependido de ter-se posto ao alcance dos olhos e dos desígnios dessa gente – e vier, de forma decidida, recolher sua paisagem –, só então haverá esperança para ele.

Talvez, nesse dia, Prefeitos, Governadores, e demais autoridades, voltem a frequentá-lo como sempre o fizeram.

Diretoria
ACPCPSI






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As provas clássicas ao longo dos anos


Retrospectiva do Turfe 2011 - Raia Leve - Dezembro (Encerramento)







































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