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O Raia Leve ajuda a entender a relação LECCA - CODERE - [16/05/2012]
CODERE foi apresentada ao JCB em 2005 como alternativa para fazer crescer as receitas do clube, já que a proposta era também aumentar o universo de turfistas a partir de investimento em marketing e abertura de novos espaços para captação de apostas em corridas internacionais, passadas ao vivo, via satélite.
Para o início das operações em 2006, evento que contou com a participação direta do atual presidente LECCA como membro do Conselho, o JCB e a CODERE assinaram um Contrato que previa uma série de obrigações dela:
1- Pagamento de luvas para aumento nos prêmios hípicos 2- Seguro contra a queda do MGA regular do JCB 3- Revitalização do CPD do JCB 4- Exibição das corridas do JCB no exterior (simulcasting) 5- Participação do JCB em agências interestaduais 6- Prover o turfe de novos adeptos através de publicidade própria
Visando garantir o seu ingresso no turfe brasileiro, CODERE aceitou todas as condições impostas, no entanto, no início de 2008, com menos de dois anos de operação, CODERE provoca uma reunião de Conselho no JCB para apreciar uma proposta de “anistia”, reunião essa que contou com a participação e a aprovação direta de LECCA que deliberou sobre interesses exclusivos daquela empresa, ainda antes de assumir o JCB como presidente.
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